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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Não deixe o luto paralisar a vida


Aprenda a superar o sofrimento causado pela morte

Aceitar a morte é sempre muito difícil. Além da dor, a perda de uma pessoa querida pode provocar um grande desequilíbrio na família. Neste momento, é preciso encarar o sofrimento, levantando a cabeça e transformando o luto em crescimento.

Quanto mais central for a posição da pessoa que morreu, maior é a dificuldade de reestruturar a família. A morte de um avô, por exemplo, pode significar uma grande perda. Além dele ser o "chefe" da família muitas vezes, ele também é responsável pelo sustento.

Em vez de ver a morte como o "fim do mundo", é preciso que todas as pessoas próximas se ajudem para superar a tristeza. Procure se aproximar dos amigos e da família. Colo, carinho, compreensão e afeto são ótimos combustíveis para impulsionar a vida e seguir em frente e manter a família unida.

Quando sentir que a depressão está batendo em você ou em alguém, organize uma reuniãozinha em casa ou um passeio. Fale sobre coisas boas sobre os ensinamentos que o falecido deixou, as lembranças e, principlamente, sobre o futuro.

Lembre-se que deixar o luro paralizar a vida não vai trazer ninguém de volta. Então, aprenda conviver com a saudade e a dor, mas sabendo que você ainda tem muito por viver.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Informe SMA: Cuidado com o mosquito

A dengue ameaça
Secretário de Saúde diz que não haverá epidemia

O Ministério da Saúde informou que está acompanhando de perto a situação no Rio de Janeiro quanto a um possível surto de dengue. Segundo a Secretaria municipal de Saúde, o número de casos registrados de 5 de agosto a 9 de setembro, tecnicamente significa epidemia. Bairros como Catete, Glória e Lagoa apresentam índice 4 de infestação pelo mosquito Aedes Aegypti - o mais alto na escala de vulnarabilidade à epidemia.

Para conter o avanço da doença, o ministério recomenda a antecipação das ações de prevenção: visitas domiciliares, reforço da coleta de lixo, eliminação e tratamento de criadouros nas residências, aplicação de larvicidas e inseticidas e busca de casos suspeitos. Diante do risco, moradores redobram os cuidados. "Jogo cloro no ralo, não deixo água parada e tapo as caixas d'água", ensina o serralheiro Rosiel Cabral, 38 anos, morador do Estácio.

A Secretaria municipal de Saúde nega que haja epidemia no Rio. "Trata-se de um parecer técnico interno, que não foi validado", diz o secretário Hans Dohmann, garantindo que a situação está sob controle: segundo ele, este ano já foram registrados 1.779 casos de dengue na cidade, com 5 mortes. Em 2008, foram mais de 100 mil casos. "Estamos prontos para qualquer situação", disse Dohmann.