Mostrando postagens com marcador cariocas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cariocas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Não deixe o luto paralisar a vida


Aprenda a superar o sofrimento causado pela morte

Aceitar a morte é sempre muito difícil. Além da dor, a perda de uma pessoa querida pode provocar um grande desequilíbrio na família. Neste momento, é preciso encarar o sofrimento, levantando a cabeça e transformando o luto em crescimento.

Quanto mais central for a posição da pessoa que morreu, maior é a dificuldade de reestruturar a família. A morte de um avô, por exemplo, pode significar uma grande perda. Além dele ser o "chefe" da família muitas vezes, ele também é responsável pelo sustento.

Em vez de ver a morte como o "fim do mundo", é preciso que todas as pessoas próximas se ajudem para superar a tristeza. Procure se aproximar dos amigos e da família. Colo, carinho, compreensão e afeto são ótimos combustíveis para impulsionar a vida e seguir em frente e manter a família unida.

Quando sentir que a depressão está batendo em você ou em alguém, organize uma reuniãozinha em casa ou um passeio. Fale sobre coisas boas sobre os ensinamentos que o falecido deixou, as lembranças e, principlamente, sobre o futuro.

Lembre-se que deixar o luro paralizar a vida não vai trazer ninguém de volta. Então, aprenda conviver com a saudade e a dor, mas sabendo que você ainda tem muito por viver.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Secretaria de Saúde cria medidas para atrair Sexo Masculino


Homens cuidam pouco da saúde

Cuidar da saúde é uma das últimas preocupações dos homens cariocas. Um levantamento feito pela Secretaria Municipal de Saúde mostra que a grande maioria foge das consultas médicas de rotina e só procura ajuda quando está com problemas mais sérios. Dos cerca de dez milhões de atendimento realizados de janeiro a julho, só 12% dos pacientes eram do sexo masculino (na faixa de 20 a 59 anos). Quando incluídos os idosos, o índice de homens que procuram os serviços de saúde de forma preventiva não passa dos 25%.

Para mudar o quadro, a secretaria vai criar a Gerência de Saúde do Homem com o objetivo de aumentar o interesse dos homens pela saúde. O horário de atendimento das Clínicas de Família será ampliado até as 20h para que os trabalhadores tenham mais chances de conseguir uma consulta.

- Vários fatores contribuem para que o homem não procure atendimento. Tem a questão do horário, o pensamento masculino de que nada de ruim vai acontecer. Também existe o temor de que, se for ao médico, vai achar algum problema - diz Andrea Castro, que ficará a frente da nova gerência.

Acompanhar a mulher

Segundo o levantamento, as especialidades mais procuradas pelos homens são angiologia, clínica médica, pneumologia, psiquiatria, fisioterapia, terapia ocupacional e psicologia. A secretaria quer conquistar mais pacientes masculinos para consultas de cardiologia, afinal, as doenças de coração são uma das principais causas de morte.

- Já percebemos que a implantação de academias de ginástica em unidades de saúde tem feito com que homens se interessem mais pelos cuidados com a saúde e procurem atendimento preventivo. A gerência agora vai procurar novas formas de atrair os pacientes do sexo masculino - diz o secretário de Saúde, Hans Dohmann.

Outra medida será estimular o homem que acompanha a companheira grávida no pré-natal a também fazer exames de rotina.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Inscrições para curso de Capacitação em Irajá


Projeto social inscreve para
curso de capacitação em Irajá

O projeto social da Ceasa, em Irajá, está com inscrições abertas para cursos de capacitação de pães natalinos e velas decorativas para o Natal.

O curso de pães tem a duração de um mês, com início no dia 11 de novembro. Já o de velas decorativas é composto de três aulas, nos dias 5, 12 e 19 de novembro.

As inscrições podem ser feitas das 9h às 16h, no centro social, no prédio da administração do mercado.

A Ceasa fica na Avenida Brasil 19.001, em Irajá. Para mais informações, ligue 2333-8274

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

IBGE está atrás dos "sumidos"


Quem não fica em casa deve telefonar para 0800 e, assim, facilitar a conclusão do Censo

A menos de 10 dias para o fim das entrevistas do Censo do IBGE, cerca de 10% da população do País ainda não foram recenseados. O maior entrave é encontrar moradores em residências ocupadas por uma única pessoa ou um casal. Para atingir o maior número de brasileiros, o instituto está pedindo a quem ainda não respondeu os questionários que ligue para 0800-7218181 para facilitar o trabalho de supervisão e conclusão.

Em todo o País, o IBGE já recenseou 91% da população estimada, contabilizando 174.771.468 habitantes. No estado do Rio de Janeiro, 89% da população está na base de dados, totalizando 14.230.141 fluminenses.

Segundo o chefe da Unidade do Rio do IBGE, Romualdo Rezende, o que tem dificultado o trabalho principalmente na capital é o pequeno número de pessoas por domicílio. Muitos só têm um morador. Mesmo com o retorno do recenseador, é difícil encontrar alguém em casa. Sua previsão, entretanto, é de concluir a coleta até o dia 27.

MORADORES REVISITADOS

Os supervisores receberão dados de quem ligar para o atendimento do instituto e agilizar as entrevistas. "A pessoa precisa pelo menos deixar o endereço, que ele será revisitado. Não é necessário, mas, pode informar o número de celular. Ele não será utilizado para outros fins", afirma Rezende, que também aponta o furto e o roubo de PDAs como um dos motivos para atrasos no Censo.

sábado, 11 de setembro de 2010

Informativo SMA: Dor Crônica

Dor crônica: é preciso saber a causa
Estudos mostram que a maioria dos pacientes só quer o alívio e
demora a procurar médico

A maioria dos cariocas que sofrem de dor crônica busca o alívio imediato, e não a cura para a causa. Além disso, demoram a procurar centros especializados e recorrem à automedicação. Foi o que mostraram pesquisa realizada pelo Centro Multidisciplinar da Dor (CMD), apresentada no Congresso Nacional da Dor, no Canadá, e o levantamento Epidor, da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED)

"É frequente os pacientes apelarem para a automedicação antes de buscar o tratamento. Isso acontece pela falta de acesso a unidades de Saúde e pela acomodação do paciente em não ir ao hospital e aceitar orientações de amigos, familiares e balconistas nas farmácias", diz o diretor científico da SBED, Levi Jales.

Ele alerta que a automedicação não resolve o problema e pode até torná-lo mais grave. "Todo tipo de dor deve ter assistência médica. Recomendamos procurar um serviço de saúde aos primeiros sintomas de dor, e não ficar adiando o problema", orienta.

Segundo o coordenadordo estudo do CMD, Alexandre Amaral, quando finalmente decidem buscar um centro de referência, os pacientes já estão sem esperança, e não acreditam que o problema tenha solução. "Eles procuram o profissional somente em busca de alívio mas em muitos casos encontrar a causa da dor e tratamento", explica, ressaltando que, em alguns casos, mesmo quando a lesão não está mais presente, a dor permanece.

"Se você demora a solucionar o problema, o sistema nervoso central é prejudicado e os nervos continuam emitindo sinais neurológicos que o cérebro interpreta como dor", diz. "Mesmo assim, o problema pode ser controlado", conclui.