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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Saiba mais sobre: a Desconfiança


Dicionário sucinto da bioquímica da Desconfiança

A desconfiança é produto de uma liberação exagerada de testosterona, o hormônio sexual masculino. Um estudo publicado recentemente na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences mostra que mulheres consideradas crédulas perderam  muito da confiança que tinham em outras pessoas depois de ingerir algumas gostas do hormônio. As voluntárias da pesquisa, moças de 20 anos, em média, foram convidadas a classificar uma série de rostos desconhecidos numa escala de -100 (pouco confiável) a +100 (muito confiável). Em seguida, as mais ingênuas repetiram o exercício, agora sob o efeito da testosterona. Com o hormônio, o grau de confiança delas caiu cerca de 50%. A hipótese é que a testosterona aumente os níveis de vasopressina, substância associada à liderança e competitividade.

O estado patólogico da desconfiança se manifesta na esquizofrenia  e na dependência química, em especial durante os surtos que acometem seus portadores. As duas doenças são caracterizadas por um desequilíbrio na síntese de dopamina, o que favoreceria a liberação de testosterona e, em consequência, de vasopressina.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Cissa Guimarães afirma: "Eu estou sangrando"


"Eu estou sangrando"
A atriz descreve como se sente arrasada pelo trauma da perda do filho - e revela onde encontra forças para viver o processo de luto sem se deixar abater

Como enfrentar a maior dor existencial que um ser humano pode sentir? Não existem, evidentemente, receitas. É provável que tampouco existam respostas com a devestação de perder um filho, a atriz Cissa Guimarães, 53, tem de enfrentar o indizível todas as noites, todas as manhãs, todos os dias. Mais perversamente ainda, como se fosse possível, a morte aos 18 anos de seu caçula, Rafael Mascarenhas, foi agravada pela insensatez do atropelamento, num túnel fechado ao trânsito, e pela torpeza da corrupção policial, na tentativa de acobertar o crime. Cissa é da cepa das lutadoras: procura ajuda onde consegue encontrá-la, retomou algo tão parecido com uma vida normal quanto possível nas circustâncias e não se intimida com os que esperam dela apenas o papel de mãe destroçada. Entre crises de choro e risadas, as mãos cruzando o ar ansiosas e os pés batendo no chão sem parar ela falou a Veja.

  • Como é dormir todas as noites e saber de manhã seu  filho continuará a não estar mais com a senhora? O problema não é dormir. Desde o dia da morte do Rafael, eu estou tomando remédio para dormir. Remédio é para isso mesmo. O grande problema é acordar. Todos os dias, abrir os olhos e ter de me levantar é muito duro. Minha vontade é tomar mais um comprimido e passar o dia na cama, como já fiz algumas vezes.
  • De onde vem a força para se levantar? Eu tenho outros dois filhos. Eu tenho um neto. E, mais do que tudo, acho que é algo da minha personalidade. Eu tenho uma pulsão de vida muito forte. Talvéz eu nunca mais volte a ser feliz. Mas não estou em depressão. Eu abro os olhos, me sento na cama, rezo, e muitas vezes, choro. Daí respiro e me levanto.
  • Há momentos em que a senhora esquece do que aconteceu com seu filho? Não é bem esquecimento, porque isso seria impossível. É como se eu negasse por alguns instantes a ausência dele. Acho que é até uma defesa do meu corpo para eu não enlouquecer de dor. O Rafael morava comigo; eu fazia supermercado para nós dois. Até há pouco tempo, ainda comprava o requeijão que ele gostava. Também há dias em que abro a porta de casa e grito: "Oi, cheguei". Lembro de ter acontecido algo parecido quando o Rafael largou a fralda. Por muito tempo, eu ainda entrava no mercado e, automaticamente, comprava fraldas. Acho que era porque eu não queria que ele deixasse de ser um bebezinho. Ele era meu caçula e eu sabia que não ia ter mais filhos. Outro dia, fui à padaria e quase comprei uns brioches que ele gostava. Quando me dei conta, desabei. Caí em um choro convulsivo e precisei ser amparada.
  • A senhora já mexeu no quarto dele? No domingo - dia 20/09/2010 - completou 2 meses de sua morte, entrei lá. Uma terapeuta especialista em luto foi comigo. Acendi uma vela, abri as janelas e comecei. Peguei algumas coisinhas dele para guardar. Os óculos de grau, uma carteira com todos os ingressos de jogos do Flamengo a que ele havia ido, álbuns de figurinhas que eu ajudei a completar. Também peguei cordas de violão, a primeira guitarra dele e dois violões. Dei camisetas dele aos amigos, aos irmãos e, é claro, para o pai dele também foram alguns objetos especiais.
  • Como é essa terapia que a senhora faz? Faço análise e também terapia pontual com uma médica oncologista que cuida de pessoas à beira da morte e, depois que elas se vão, de seus familiares. Também contratei uma nutricionista porque estava sem apetite, perdendo peso, e achei que precisava cuidar disso.
  • A senhora consegue ficar sozinha? Não passei nenhum dia inteiramente só. Meus amigos fizeram em volta de mim um cercadinho de amor. Sempre alguém me leva para casa depois do trabalho. Meu filho mais velho veio morar comigo e está no quarto que era do Rafa. Ficar sozinha para mim, neste momento, não dá. As pessoas quando são operadas de uma coisa grave não têm um enfermeiro? Eu estou mais ou menos assim.
  • Qual é a ajuda mais efetiva que alguém pode dar em uma hora como essa? Nos primeiros dias, a minha dor era tão grande que eu estava à deriva. Não conseguia tomar decisões de ordem prática. Não conseguia, por exemplo, decidir o que ia comer. Alguns amigos se encarregaram da minha alimentação. E isso dura um pouco até hoje. Sempre que vou atravessar a rua, alguém que está comigo é que olha para os dois lados. Estou um pouco aérea. No dia seguinte ao da morte do Rafael, eu estava deitada na minha cama e o Miguel Falabella se deitou comigo. Ele me disse uma coisa que nunca vou esquecer: "Minha filha um tsunami passou na sua vida e ela não vai embora tão cedo; se agarra no primeiro toco que passar, amarra um sári na cabeça para se proteger do sol e não larga desse toco nunca mais. É isso que vai fazer você não se afogar".  Eu me agarrei em vários tocos. Nos meus amigos, no meu trabalho.
  • A senhora voltou a trabalhar duas semanas depois da morte do Rafael. Recebeu críticas por ter retomado rapidamente as suas atividades normais? Decidi isso com minha terapeuta, meu advogado, minha sócia e meus filhos. Claro que eles perguntaram se eu não estava adiantando as coisas. Mas o trabalho dá sentido a minha vida. Além disso, a minha profissão por natureza, tem características que ajudam em momentos difíceis. Ouvir aquelas palmas ao final da peça é um bálsamo. Durante uma hora e meia, de quinta a domingo, eu sou outra pessoa. Fico anestesiada da minha dor. Se alguém me criticou não fiquei sabendo. E não estou nem aí para quem acha que eu fiz algo errado. Estou me preservando.
  • Como? Eu entendi que posso desistir de fazer qualquer coisa, nem que seja em cima da hora. Nos primeiros dias de retorno a peça, decidi que podia desistir de entrar em cena um minuto antes. É claro que isso não vai durar para sempre. Eu tenho compromissos a cumprir. E é claro que não acho que possa deixar outras pessoas na mão porque perdi meu filho. Mas esse foi um jeito de eu traçar uma linha entre o que era bom para mim e o que poderia ser um passo grande demais.
  • Houve momentos em que a senhora se preocupou com o que os outros pensavam sobre a sua decisão de voltar logo à vida coitidiana? Depois de um mês de passagem do meu filho, fui para a academia. Quando subi na esteira pensei: "Gente, as pessoas vão achar que estou louca, que eu deveria estar em casa chorando". Eu mesma me perguntei o que estava fazendo em cima daquela esteira. Era muito estranho ver que eu não era mais aquela pessoa que entrava todo dia naquela academia, mas que tudo ali continuava igual. Eram as mesmas pessoas, as mesmas vozes, mas eu não era mais a pessoa de um mês antes. Mas também não sabia quem eu era ainda. Neste dia, andei na esteira e continuo fazendo exercícios. Eles me ajudam a ficar em pé.
  • Como a senhora soube do acidente? Um dos amigos do meu filho, que estava com ele no túnel, me ligou. O outro amigo, que também estava com eles, tinha ido de skate até o hospital, tentar chamar uma ambulância para socorrer o Rafael. Quando cheguei os policias, os médicos e os amigos do meu filho não me deixaram vê-lo. Acho que é porque ele estava muito machucado. Eu  só vi um pedacinho da perna dele. Depois fomos todos para o hospital. Ele entrou em cirurgia por volta da 1 da manhã. Às 8, soubemos da morte, mas eu não lembro de muito mais coisas daquele dia. Depois, eu me sentia exausta e toda doída. Passei dias sem saber dos detalhes do crime. Não sabia da propina, dos policiais. Foi só depois de uma semana que meu advogado me contou tudo.
  • A senhora tem vontade de dizer algo ao rapaz que atropelou o seu filho? Não... Sabe, eu estou sofrendo porque perdi o meu filho, mas estou em paz. Já essa família, todos eles devem estar nas trevas, na lama. Eu não consigo imaginar como o pai desse rapaz, esse mesmo que tentou corromper os policiais, consegue olhar todos os dias para as pessoas do trabalho dele, para os clientes, para os amigos. Deve ser uma vergonha que não tem tamanho. Que pai é esse, que educa um filho para reagir a um acidente com omissão? E tem ainda o outro filho, que foi lá ajudar a pagar a propina aos policiais! A morte do meu filho foi uma tragédia, mas a tragédia começou antes, quando esse pai e essa mãe educaram seus filhos desse jeito. Um filho que faz racha, que atropela, que vê que machucou alguém e sai fugindo? De que matéria é feita essa gente? Eu me lembro de quando meus filhos eram pequenos, se eles machucavam um amiguinho na escola, eu ia lá e os ajudava a pedir desculpas. Isso é criar filho.
  • Os pais do atropelador alguma vez a procuraram? Nunca. Nem a mãe dele, que, em tese, deveria ter alguma empatia com meu sofrimento. Em nenhum momento eles assumiram o erro do filho. Há filmagens da câmera do prédio em que os rapazes aparecem trocando de roupa para ir corromper os guardas, dando risada.
  • A senhora já pensou que os seus proóprios filhos já podem ter feito algo errado ao volante, como dirigir depois de beber? Já pensei, Mas posso garantir que eu não acobertaria um erro assim. Eu iria, claro, contratar o melhor advogado do Brasil. Se eles fossem presos, iria levar comida todo dia na cadeia e lutar para que eles saíssem o mais rápido de lá. Mas só até aí.
  • Em algum momento a senhora se culpou por saber que o Rafael andava de skate à noite? Não. Eu sabia que ele andava de skate lá. O lugar não poderia ser mais seguro para isso. O túnel estava fechado para carros e havia viaturas do lado de fora! De fato, hoje, não há autorização dos órgãos municipais para andar de skate ali. Mas é uma atividade que já existe há mais de dez anos. O Rafael, antes de ir para o túnel , ligava para a polícia para saber se ele estava fechado. E aí me dizia: "Mãe , estou indo". Eu sabia onde ele estava.
  • O fato de a senhora ser uma pessoa pública ajuda ou atrapalha? As duas coisas. Eu fiquei muito exposta, fui muito assediada. As pessoas até hoje vêm me abraçar na rua. Claro que eu agradeço esse carinho, mas é muito difícil. Por outro lado, eu acho ótimo que o país inteiro saiba que um crime desses foi cometido. Vou usar todas as possibilidades que tenho, inclusive minha posição, para fazer com que a Justiça funcione. Mas não quero levantar nenhuma bandeira. Não quero abrir ONG, não tenho esse perfil. Eu sou atriz e vou continuar fazendo o meu trabalho.
  • Por mais absurda que seja, a dor traz algum ensinamento? Acho que sim, que agente aprende com a dor. Sou espiritualiada e acredito que a dor é uma maneira de nos fazer evoluir. Não digo que seja a única. Evidentemente, você pode evoluir muito sem o sofrimento. Se com a perda de um filho eu não me tornar uma pessoa melhor, o que é que estou fazendo aqui? E estou vendo que coisas boas já estão acontecendo, principalmente entre mim e os meus dois outros filhos. Até com o pai do Rafael houve uma mudança. Fazia anos que não nos falávamos e, depois dessa tragédia, viramos quase irmãos.
  • A senhora está com as unhas feitas e o cabelo pintado. Isso ajuda em alguma coisa? Isso exige muito esforço da minha parte. Ainda não fui ao salão; meu cabelereiro é que foi em casa. Sempre adorei esses cuidados de mocinha, mas o meu cabelo, por exemplo, eu não dou mais a menor importância para o tom de loiro em que está.
  • Como a senhora defina seu estado de espírito hoje? Eu estou sangrando. Talvez minha pulsão de vida não volte a ser como era antes, porque eu fui amputada. Vou conviver com essa dor para sempre. Mas eu vou melhorar. E vou voltar a namorar! O Rafael sempre falava: "Ai, mãe, é tão bom quando você está namorando; você fica mais calma".

sábado, 9 de outubro de 2010

Orientação SMA: Medicamentos

Muita atenção quando tomar seus remédios
Horário, alimentos e até cigarro influenciam no efeito do medicamento

Quando um médico receita um remédio que deve ser tomado de tantas em tantas horas, é muito importante respeitar essas orientações. Isso porque tomar o medicamento na hora errada pode atrapalhar sua atuação.

A pressão arterial, por exemplo costuma ser mais alta entre 6h e 7h da manhã, então se você tomar o remédio para hipertensão muito depois disso ele não irá fazer efeito.

O mesmo acontece com medicamentos para baixar a febre. Ela costuma ter picos à 11h, mas as 3, 4h da manhã ela tem as temperaturas mais baixas. Assim tomar o antitérmico no pico da temperatura não irá adiantar e a febre só vai abaixar quando já seria normal apresentar uma queda.

Os diabéticos que tem trabalho estressante durante o dia não devem tomar insulina apenas à noite. É preciso administrá-la durante o dia, quando há maiores taxas de glicose no sangue e mais necessidade da substância.

Outro fator importante para a eficácia dos remédios é a interação que eles têm com outras substâncias no organismo. Medicamentos à base de ferro não podem ser tomados logo após alimentos ricos em cálcio, como leite e queijos, já que o cálcio interfere na absorção do ferro. O leite interfere também na absorção de antibióticos de tetraciclina.

Uma das classes de remédios mais vendidadas, os analgésicos são influenciados pelo efeito do cigarro. A presença do tabaco na corrente sanguínea diminui o efeito desse tipo de medicamento.

Então, leve a sério a recomendação do médico e tome sempre o remédio na hora certinha!

sábado, 2 de outubro de 2010

Votos de Boa Noite do SMA

Boa noite a todos

Saudações para todos os Brasileiros que amanhã vão às urnas escolher um novo presidente e novos senadores, governadores e deputados.

Atenção na hora de votar!

Não jogue fora seu direito de cidadão!

Boa sorte a todos nós...

Especial SMA sobre as Eleições 2010

Esquema Especial para Votar
Amanhã, no dia da eleição, serviços públicos especialmente na área de transportes,
terão um esquema especial no Rio de Janeiro.


  • METRÔ: Vai funcionar normalmente, das 7h à 23h. Como já acontece nos finais de semana, a Linha 2 vai operar da Pavuna ao Estácio, onde os passageiros deverão fazer a transferência para a Linha 1.


  • TRENS: A SuperVia vai colocar composições extras na parte da manhã e da tarde para atender a demanda de passageiros. Pela manhã, haverá trens especiais com destino à Central do Brasil, que partirão das estações de Saracuruna, às 9h20m e 10h, e de Belford Roxo, às 8h35m e 9h40m.


  • COMLURB: Mesmo com a boca de urna proibida, a Comlurb organizou um esquema de limpeza nas imediações dos locais de votação. O trabalho no domingo começará às 7h e será intensificado depois das 16h.


  • GUARDA MUNICIPAL: A Guarda Municipal do Rio atuará com 750 agentes no domingo. Do total, 650 estarão divididos em turnos, a partir das 7h, fazendo a segurança de 300 pontos de votação em apoio à Polícia Militar. Além disso, 30 guardas estarão no TRE.


  • TRÂNSITO: No Centro do Rio, o tráfego de veículos será interditado nas duas pistas da Avenida Presidente Wilson, entre a Presidente Antônio Carlos e a Avenida Calógera, das 6h de amanhã às 6h de segunda. O objetivo é permitir o acesso e o estacionamento de veículos de autoridades e credenciados pelo TRE.


  • PM: A PM vai colocar nas ruas 26.598 policiais, em 2.309 viaturas e motos.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Reprodução SMA da palestra do Emílio Moriguchi

Hábitos saudáveis e a qualidade de vida
"É preciso sentir-se útil, manter uma atividade produtiva, ter amigos",
ensina o professor da PUC-RS

O médico Emílio Moriguchi, professor do Instituto de Geriatria e Gerontologia da Pontifícia Universidade Carólica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), trouxe para o V Fórum da Longevidade as esperiências de duas comunidades da Região Sul: os italianos de Veranópolis e os imigrantes japoneses de Okinawa, residentes em Porto Alegre. Filho de Yukio Moriguchi, médico e pesquisador japonês, pioneiro na implantação das disciplinas de Geriatria e Gerontologia na formação acadêmica no Brasil e fundador do IGG-PUC-RS, em 1972, o professor Emílio Moriguchi sempre estudou os desafios impostos pela longevidade.

Para Moriguchi, não é o material genético que ajuda no envelhecimento ativo, com qualidade de vida, mas sim o estilo de vida. Os imigrantes naturais de Okinawa perderam dez anos de vida ativa por força da mudança de hábitos alimentares, como a introdução de carnes e doces na dieta em substituição à alimentação habitual composta de peixes, algas e soja. A mudança fez aumentar casos de obesidade e hipertensão.

A pesquisa mostrou que voltando aos bons hábitos alimentares a qualidade de vida era recuperada. Mais: "É preciso sentir-se útil, manter uma atividade produtiva, exercer seu papel na família e na sociedade, ter amigos e manter a fé e a razão para viver".

Já na cidade gaúcha de Veranópolis, colonizada por italianos e conhecida como Terra da Longevidade, o que se viu foi o oposto. No Brasil, a longevidade desses imigrantes é maior que a de seus pares no norte da Itália, por força da alimentação saudável. O médico aconselha um cardápio com preferência a grelhados, verduras e legumes, dormir entre 7 e 9 horas por noite e, finalmente caminhar 40 a 50 minutos diariamente.