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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Comida alivia a inflação de idosos


Custo de vida da Terceira Idade registra queda de preços de legumes e hortaliças.
Vestuário também fica mais barato no terceiro trimestre

Famílias compostas por pessoas com mais de 60 anos de idade tiveram ganho duplo no terceiro trimestre deste ano. Esse grupo pagou menos pela alimentação, garantindo um prato mais saudável no dia a a dia e gastou menos com roupas. Os preços, principalmente, das hortaliças e dos legumes registraram quedas significativas no período, conforme o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC3i), divulgado em outubro de 2010, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

De acordo com a inflação dos idosos, os valores de hortaliças e legumes encontradas em feiras e mercados baixaram 20,81% no terceiro trimestre. No segundo trimestre a queda foi de 8,62%. Já a taxa do grupo alimentação caiu de 0,01% para -1,27% no trimestre. O quesito vestuário ficou mais barato 0,87%, com destaque para o item roupas.

No terceiro trimestre do ano, o IPC 3i ficou em 0,05%. O percentual mostra forte desacelaração se comparado com os números do segundo trimestre, quando houve alta de 0,92%, informou a FGV. Nos últimos 12 meses o indicador acumula alta de 4,25%.

O IPC 3i também apontou redução de preços nos grupos habitação, despesas diversas, saúde e cuidados pessoais e educação, leitura e recreação. O destaque foi para os itens tarifa de eletricidade residencial, serviço religioso e funerário e medicamentos em geral.

Os transportes, de acordo com a FGV, foram a exceção que registraram alta de preços, devido a infliuência do preço do álcool combustível (-18,20% para -7,73%), que caiu menos. Também no sentido contrário, vem o que mais pressionou a alta do medidor: mensalidades  dos planos de saúde. Estes tiveram reajuste de 1,5% no trimestre.

A presidente da Federação das Associações  dos Aposentados e Pensionistas do Estado do Rio, Yeda  Gaspar, afirma que os maiores de 60 anos aproveitam promoções para conseguir comprar mais barato. Segundo ela, a queda dos preços dos legumes e hortaliças ajuda a melhorar a alimentação dos aposentados e pensionistas. A presidente acredita, porém, que outros itens deveriam baixar de preço também como plano de saúde, leite e carnes.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Contra o câncer de mama


Inca lança novas recomendações que pretendem evitar mortes por tumor mamário

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou na 2ª quinzena de outubro de 2010 sete recomendações para diminuir a mortalidade por câncer de mama no Brasil. Entre elas, está a indicação de que mulheres com idade entre 50 e 69 anos devem se submeter a exames de mamografia a cada dois anos. Além disso, segundo o órgão, pacientes que têm nódulos nos seios não devem esperar mais do que 60 dias para ter o diagnóstico.

"O País tem perfeitas condições de cumprir as recomendações. Existem cerca de 3,4 mil mamógrafos em todo o Brasil, sendo que cerca de 1,3 mil estão à disposição do Sistema Único de Saúde", afirma o técnico da Rede de Atenção Oncológica do Inca, Ronaldo Côrrea. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, só no estado são mais de 300 mamógrafos.

"Temos o papel de articular, junto às secretarias municipais, campanhas para educar as mulheres sobre os riscos do câncer de mama", explica o superintendente de Vigilância Epidemiológica da secretaria, Alexandre Chieppe.

Campanhas, entretanto não são suficientes. Segundo Correa é fundamental que a população esteja sempre atenta aos sintomas do câncer de mama, como: nódulo palpável, mudanças na pele, secreção no mamilo e, em alguns casos, vermelhidão e dor.

As outras recomendações são: acesso à informações sobre o que causa a doença e quais são as formas de prevenção, qualidade dos mamógrafos e rigoroso acompanhamento médico para quem faz terapia de reposição hormonal.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, qualquer unidade de saúde pode fazer o primeiro atendimento à mulher e encaminhar a uma unidade própria para o tratamento do câncer. Mais informações pelo 3523-4025.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Viver para Vencer


Um excelente documentário inglês ajuda a demonstrar por que chegou a hora de parar de explicar Ayrton Senna por meio de sua morte

JFK, John Fitzgerald Kennedy, foi o mais jovem presidente americano, eleito um dos grandes personagens políticos de seu país, católico em uma nação de maioria protestante, contraponto perfeito à gerontocracia soviética personificada em Nikita Kruschev, e tinha ao lado uma primeira-dama fascinante. Mas, quando se fala em JFK em primeiro plano, sempre aparecem os eventos do dia 22 de novembro de 1963, quando ele foi assassinado, em Dallas. Francisco Alves, Carlos Gardel, Jim Morrison, Patsy Cline, os Mamonas Assassinas, Kurt Cobain e tantos outros artistas de todas as eras tiveram a imagem, por décadas, atrelada às circustâncias trágicas de sua morte. Está-se fazendo a mesma coisa com Ayrton Senna. Chega, Injustamente. A carreira do talvez maior piloto de Fórmula 1 de todos os tempos é uma celebração de vida na busca da perfeição, na adesão aos mais altos padrões de segurança nas pistas, na intimidade com a ciência dos motores e da eletrônica embarcada. O encontro com a morte na curva Tamburello, no circuito de Ímola, na Itália, em 1º de maio de 1994, não foi a hora da verdade para um piloto temerário que preparou a si mesmo e ao mundo para o momento de purificação, sublimação e purgação. A morte de Senna foi acidente, um acontecimento casual, fortuito, inesperado - evitável.

O documentário inglês Senna - O brasileiro, o Herói, o Campeão, dirigido por Assif Kapadia com estreia prevista para 12 de novembro em 120 salas, escapa da moldura de explicar o ídolo pela sua morte. Mas não totalmente.A fita se deixa encantar pelo "viva velozmente e mora cedo", na frase (incompleta) dita pelo ator John Derek no filme O Crime Não Compensa, de 1949. Incompleta sim, pois ela continua: "...e deixe um belo cadáver". O rosto de Senna ficou monstruosamente desfigurado pelo inchaço do cérebro, atingido pela barra de direção quebrada no acidente. O documentário de Kapadia exibe os elementos necessários para desmontar a tese absurda de que Senna tocava sempre além dos limites, buscando a morte conceito pelo qual se enamora espiritualmente. Não. "O Ayrton tem um pequeno problema: pensa que não pode se matar", diz a meio caminho do documetário o francês Alain Prost, tetracampeão do mundo, o arqui-inimigo que duelou com o brasileiro no fim dos anos 80. Senna responde, olhos baixos, o ríctus típico da introspecção que parecia timidez, mas não era: "O fato de eu ter fé em Deus não quer dizer que eu seja imune. Tenho tanto medo quanto qualquer outra pessoa de me machucar".

Em uma das cenas, Senna contra-ataca com irritação o grande ex-campeão Jackie Stewart, o "escocês voador", que trabalhava para um emissora de televisão. Stewart embute em uma pergunta a acusação de que Senna deixava seu carro esbarrar demais nos bólidos dos adversários. "Você é um piloto experiente, deveria saber que isso só ocorre porque estamos sempre querendo vencer", retruca Senna, indignado. O brasileiro foi o maior recordista de pole positions até seu recorde cair, pelas mãos do alemão Michael Schumacher. Senna era obcecado por sair na frente. Não apenas para aumentar suas chances de ganhar as corridas. Dizia Senna: "Correr sozinho lá na frente é sempre mais seguro".

Com vasto material cedido pela família de Senna, e por Bernie Ecclestone, o mandachuva dos direitos de televisão das provas, o diretor Kapadia comprometeu-se a não fazer um documentário sobre os três últimos dias de vida do piloto. "Seria interessante, mas muito óbvio", diz o roteirista Manish Pandey. "Teríamos as imagens de sexta-feira, sábado e domingo e provavelmente usaríamos um flashback para explicar por que o personagem está ali. Faria isso com entrevistas entremeadas, e certamente o filme ficaria muito forte." Desse ponto de vista, as cenas iniciais, com o Grande Prêmio de Mônaco de 1984, debaixo de chuva, na pequena escuderia Toleman, são proféticas e têm mais valor explicativo da carreira do personangem do que a escapada fatal da Williams na curva Tamburello. Sob a chuva, nas ruas do princiapado na "corrida mais nobre da F1", Ayrton Senna parecia apenas mais un novato impávido disposto a qualquer loucura para ser notado. "Mais um Pryce", desdenhou o esnobe belga diretor de prova e ex-piloto de F1 Jacky Ickx, referindo-se ao galês Tom Pryce, um alucinado especialista em pistas molhadas, terror dos veteranos, que disputou quatro temporadas e morreu ao atropelar um fiscal de corrida em 1977 no GP da África do Sul. Ao volante da Toleman, usando um colete ortopédico para tornar suportáveis as dores nas costas produzidas pela instabilidade notória do carro, não estava mais um Tom Pryce, mas um piloto virtuoso, calculista, concentrado, estudioso e predestinado, um sátiro moderno, meio homem, meio máquina - Ayrton Senna da Silva, nome que marcaria para sempre o mundo do esporte de competição.

Amarrado por meio de entrevistas do próprio brasileiro, que parece narrar sua vida, coladas a cenas de corrida e dos bastidores da F1, o filme não é uma radiografia tola. Há nuances de cinza em Senna, especialmente quando ele trata de pôr Prost para fora da pista, no Grande Prêmio do Japão em 1990, como vingança do que ocorrera no ano anterior, de modo a garantir o título. Salta da tela sua liderança entre os pilotos, em imagens inéditas, quando reclama em uma reunião de Jean-Marie Balestre, o ranzinza e autocrático francês que dirigia a Federação Internacional de Automobislismo e nunca escondeu a predileção pelo conterrâneio Prost (e que em 1989 obrigou Senna a se retratar depois de ter ausado o cartola de má-fé ao puni-lo em decorrência de uma manobra arriscada). Há cores épicas ao tratar da vitório no GP do Brasil em 1991, quando o piloto rodou as derradeiras voltas apenas com a sexta marcha, porque o câmbio quebrara.

Senna é um belo documentário que foge da armadilha barata de mergulhar na vida pessoal do piloto, até porque seu cotidiano fora das pistas e longe da família era animado como um parafuso enferrujado. Atêm-se ao perfecionismo de uma homem que estudava o que fazia justamente porque sabia o risco da morte, sempre presente na Fórmula 1. Descobria erros de mecânica e aeroodinâmica, desafiava os computadores e os engenheiros e estava sempre certo. Foi traído pela fatalidade, pela impossibilidade de ter solda malfeita na barra de direção da Williams, a seta certeira de Páris guiada pelos deuses vingativos rumo ao calcanhar de aquiles. A barra se rompeu em Ímola, arremessou o carro de Senna contra o muro e parte dela trespassou o cérebro do piloto. Ayron Senna tinha 34 anos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

IBGE está atrás dos "sumidos"


Quem não fica em casa deve telefonar para 0800 e, assim, facilitar a conclusão do Censo

A menos de 10 dias para o fim das entrevistas do Censo do IBGE, cerca de 10% da população do País ainda não foram recenseados. O maior entrave é encontrar moradores em residências ocupadas por uma única pessoa ou um casal. Para atingir o maior número de brasileiros, o instituto está pedindo a quem ainda não respondeu os questionários que ligue para 0800-7218181 para facilitar o trabalho de supervisão e conclusão.

Em todo o País, o IBGE já recenseou 91% da população estimada, contabilizando 174.771.468 habitantes. No estado do Rio de Janeiro, 89% da população está na base de dados, totalizando 14.230.141 fluminenses.

Segundo o chefe da Unidade do Rio do IBGE, Romualdo Rezende, o que tem dificultado o trabalho principalmente na capital é o pequeno número de pessoas por domicílio. Muitos só têm um morador. Mesmo com o retorno do recenseador, é difícil encontrar alguém em casa. Sua previsão, entretanto, é de concluir a coleta até o dia 27.

MORADORES REVISITADOS

Os supervisores receberão dados de quem ligar para o atendimento do instituto e agilizar as entrevistas. "A pessoa precisa pelo menos deixar o endereço, que ele será revisitado. Não é necessário, mas, pode informar o número de celular. Ele não será utilizado para outros fins", afirma Rezende, que também aponta o furto e o roubo de PDAs como um dos motivos para atrasos no Censo.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

SMA ajuda a exclarecer: Exame de Próstata

Ainda tabu para muitos homens, exame de próstata avança no País
Levantamento do Ministério da Saúde aponta que exames de PSA passaram de 1 milhão para 3 milhões em seis anos

O Ministério da Saúde registra que, entre 2003 e 2009, o número de testes para detectar problemas na próstata triplicou. O total de PSA - exame que verifica a dosagem do Antígeno Prostático Específico, proteína importante para a exclusão de possível tumor maligno na glândula - passou de 1 milhão para 3 milhões. Política de saúde exclusiva para o público masculino contribuiu para a adesão à prevenção. Mas muitos homens ainda não se submeteram ao procedimento, por puro desconhecimento ou preconceito.

A próstata é uma glândula com tamanho e forma de noz, situada debaixo do colo da bexiga. Ela circunda a uretra, duto pelo qual a urina é expelida, no ponto de onde a uretra sai da bexiga. A próstata produz um líquido que é eliminado durante o ato sexual junto com os espermatozóides. O exame preventivo, assim como ocorre com mulheres, no caso das mamas, ajuda a combater possível câncer.

Na maioria dos indivíduos, o tumor cresce lentamente e sem progressão para outras partes do corpo. A doença maligna da próstata atinge, anualmente segundo especialistas mais de 700 mil homens no mundo causando 250 mil mortes. O tratamento deve começar precocemente nos homens de até 70 anos. A partir dessa idade, a opção de vigilância se as condições permitirem pode ser avaliada pelo médico.

A Política Nacional de Saúde do Homem completou um ano em agosto de 2010. O governo repassa a cada município R$ 75 mil para o financiamento de ações e serviços relacionados à saúde do homem - 70 cidades, incluindo as capitais, já aderiram às medidas. O Brasil é o pioneiro na América Latina na implementação de programa com esse perfil.

Outra constatação do Ministério da Saúde é que, em sete anos, a quantidade de vasectomias realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) cresceu 79% - cirurgias saltaram de 19.103 em 2003, para 34.144, em 2009, quando foi registrado também aumento do valor pago por procedimentos ambulatoriais (de R$ 123,18 a R$ 306,47) e 20% do valor por operação feita com internação (de R$ 255,39 para R$ 306,47).

sábado, 2 de outubro de 2010

Votos de Boa Noite do SMA

Boa noite a todos

Saudações para todos os Brasileiros que amanhã vão às urnas escolher um novo presidente e novos senadores, governadores e deputados.

Atenção na hora de votar!

Não jogue fora seu direito de cidadão!

Boa sorte a todos nós...

Especial SMA sobre as Eleições 2010

Esquema Especial para Votar
Amanhã, no dia da eleição, serviços públicos especialmente na área de transportes,
terão um esquema especial no Rio de Janeiro.


  • METRÔ: Vai funcionar normalmente, das 7h à 23h. Como já acontece nos finais de semana, a Linha 2 vai operar da Pavuna ao Estácio, onde os passageiros deverão fazer a transferência para a Linha 1.


  • TRENS: A SuperVia vai colocar composições extras na parte da manhã e da tarde para atender a demanda de passageiros. Pela manhã, haverá trens especiais com destino à Central do Brasil, que partirão das estações de Saracuruna, às 9h20m e 10h, e de Belford Roxo, às 8h35m e 9h40m.


  • COMLURB: Mesmo com a boca de urna proibida, a Comlurb organizou um esquema de limpeza nas imediações dos locais de votação. O trabalho no domingo começará às 7h e será intensificado depois das 16h.


  • GUARDA MUNICIPAL: A Guarda Municipal do Rio atuará com 750 agentes no domingo. Do total, 650 estarão divididos em turnos, a partir das 7h, fazendo a segurança de 300 pontos de votação em apoio à Polícia Militar. Além disso, 30 guardas estarão no TRE.


  • TRÂNSITO: No Centro do Rio, o tráfego de veículos será interditado nas duas pistas da Avenida Presidente Wilson, entre a Presidente Antônio Carlos e a Avenida Calógera, das 6h de amanhã às 6h de segunda. O objetivo é permitir o acesso e o estacionamento de veículos de autoridades e credenciados pelo TRE.


  • PM: A PM vai colocar nas ruas 26.598 policiais, em 2.309 viaturas e motos.

Infome SMA sobre as Eleições 2010

Para votar, basta um documento
Eleitores terão que apresentar identidade com foto

Depois de muita discussão, o Superior Tribunal Federal (STF), por 8 votos a 2, decidiu: para votar no próximo domingo, o eleitor só precisa levar um documento com foto (pode ser carteira de identidade, carteira de motorista, certificado de reservista ou passaporte). Caso a pessoa não saiba a zona eleitoral, é necessário levar também o título de eleitor.

Certidão de nascimento e de casamento não serão aceitas. Apresentação de cópias autenticadas serão resolvidas pelo mesário ou pelo juiz eleitoral.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Informativo SMA: Eleições 2010

Hora de escolher o(a) manda-chuva
No domingo, o povo vai eleger o(a) novo(a) Presidente do Brasil

A partir do dia 1º de janeiro de 2011, o Brasil terá um(a) novo(a) Presidente. Depois de dois mandatos do Lula, um novo nome vai assumir o comando de toda uma nação. São mais de 190 milhões de pessoas e problemas graves como fome, falta de segurança, saúde, infraestrutura e tantos outros em um país com o tamanho de um continente.

Depois de alguns meses de disputa eleitoral, nove candidatos chegam ao final da campanha: Dilma Roussef (PT), Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), José Serra (PSDB), Levy Fidelix (PRTB), Marina Silva (PV), Plínio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU).

Vale lembrar que o voto é secreto. Você pode escolher quem quiser, tranquilamente e ninguém saberá em quem você votou. Para ir à urna você terá que levar, além do título de eleitor, a carteira de identidade, ou um documento oficial com foto. Além do voto para presidente ainda há os votos para governador, senador (dois votos), deputado federal e deputado estadual.