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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Dedo curto pode indicar câncer


Pesquisa analisou aparecimento de doença na próstata

Você sabia que o comprimento dos dedos de um homem pode indicar qual o risco de desenvolvimento de câncer de próstata? Foi o que revelou uma pesquisa feita na Inglaterra: homens com o dedo indicador mais longo do que o dedo anular têm probabilidade menor de desenvolver a doença.

Os pesquisadores fizeram a descoberta depois de comparar as mãos de 1.500 pacientes com câncer de próstata com as mãos de 3 mil homens saudáveis. O comprimento dos dedos é determinado durante a gestação e estaria ligado aos níveis de hormônios sexuais no útero da mãe.

De acordo com os cientistas, a criança terá um dedo indicador mais longo se for exposta a níveis menores de testosterona antes do nascimento, o que poderá ser uma proteção contra o câncer de próstata na fase adulta.

De qualquer maneira, isso não quer dizer que quem tem dedos indicadores mais curtos, necessariamente terá a doença. O importante é ter cuidados e, a partir dos 40 anos, não ter medo de fazer o exame de próstata - as mulheres, inclusive, devem incentivar os maridos e filhos a fazê-lo.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Saiba como provar união estável para requerer pensão


Para receber benefício, segurados precisam apresentar pelo menos três documentos ao INSS que mostrem que viveram juntos

Casados só na fé precisam mesmo confiar nela para comprovar a união estável no INSS na hora de requerer um pensão. Dona Laudelina Menezes, 60 anos, viúva desde março deste ano, só conseguiu receber o benefício pela morte de seu marido, José Ribeiro da Costa, após recorrer ao Judiciário. O caso dela é semelhantes aos casais que optam pela união estável, sem oficializar o casamento. Laudelina e José viveram juntos por mais de 40 anos, tiveram dois filhos, mas as provas apresentadas ao INSS foram insuficientes para a concessão.

Das três comprovações exigidas, ela só apresentou duas: certidões de nascimento dos filhos, com mais de 30 anos, e uma conta de luz. A fatura não foi aceita, porque, além de não estar em nome de Laudelina ou José, tinha endereço diferente do registrado no banco de dados do INSS. O benefício foi indeferido.

Para piorar a situação, os endereços do cadastro de Laudelina, que é aposentada, e José, eram diferentes. Já doente, ele não compareceu aos últimos recadastramentos feitos pelo INSS. O festival de desencontros e falta de documentação dificultaram a vida desta senhora até setembro, quando ação judicial reconheceu direito ao benefício.

Com tempo e ajuda dos filhos, ela reuniu provas que a Justiça considerou suficientes: procuração para receber o benefício dele, carteira de trabalho do marido com a declaração de união estável (que já não é mais aceita pelo INSS), guia de internação em que consta que ela era responsável por José e outros documentos.

O INSS chegou a sugerir que ela encontrasse testemunhas da união estável para apresentar como prova. Analfabeta, ela teria que preencher um formulário para isso. "Eu não compreendi o que era para ser feito", explica a senhora.

Segundo o INSS, somente o segurado pode preencher o pedido. É norma. Se ele não faz o requerimento, o instituto não poderá fazer pela pessoa.

domingo, 21 de novembro de 2010

Cuide bem do seu sorriso


Dicas

De que adianta ter um rosto lindo se o seu sorriso anda precário? Infelizmente, nem todo mundo tem cuidado com a saúde dental. Portanto, procure escovar os dentes no mínimo três vezes ao dias.

Para ajudar um pouco o trabalho da escova, não se esqueça do fio dental.

Uma alimentação equilibrada também reflete no seu sorriso. Coma alimentos com açúcar e amido apenas nas refeições principais. E, para não ficar com manchas, evite cigarro, café, chá preto, vinho tinto e refrigerantes.

Colocou as dicas em prática? Então, agora é só sorrir.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

SMA informa: Inscrições para curso gratuíto

Abertas inscrições para curso gratuito de
 cuidadores de idosos

Estão abertas as inscrições para os cursos gratuitos de Cuidadores de Idosos Informais promovidos pelo Centro Integrado de Atenção e Prevenção à Violência Contra a Pessoa Idosa (Ciapi).

Idosos, familiares e estudantes que buscam conhecimentos sobre o envelhecimento terão a oportunidade de abordar temas como saúde, mudança de comportamento, memória, maus tratos, direitos, lazer, entre outros assuntos.

A primeira turma começa no dia 20 de outubro e a segunda no dia 17 de novembro.

Tel.: 0800 282 5625

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Informativo SMA sobre Morte súbita.

Morte Súbita: uma herança genética

Os genes dos pais e avós dizem muito sobre o futuro de seus descendentes. A chance de morte súbita pode fazer parte dessa herança, mas é possível diminiur os riscos.

Você já pensou na sua herança? Não a dos bens familiares, mas a relacionada às suas características genéticas. Essa sim merece atenção especial desde cedo. A partir dos genes herdados de pais, avós e bisavós pode-se determinar um série de problemas que devem ser evitados ao longo da vida, dentre os quais a morte cardíaca súbita, que mata de 300 a 350 mil pessoas por ano. O mais preocupante desse mal é que boa parte dessas pessoas nunca teve qualquer sinal que indicasse uma doença no coração.

Em geral, só se toma consciência da morte súbita quando os jornais publicam a morte repentina de alguém conhecido, como ocorreu com alguns jogadores de futebol no Brasil e na Europa. Por conta desses casos, está em discussão a importância de deixar desfibriladores disponíveis em locais por onde circula um grande número de pessoas como escolas, fábricas, estádios, aeroportos e rodoviárias.

A maioria dos casos está relacionada a arritmias cardíacas, ou seja, distúrbios do ritmo cardíaco. O problema pode estar nos canais, em que circulam as substâncias que promovem a atividade elétrica, responsável por fazer o coração bater. Mesmo com todos os exames cardiológicos normais, a pessoa pode ter uma alteração nesses canais - chamados de canais iônicos - e isso pode causar a morte súbita.

O trunfo da medicina para esses casos é analisar o histórico familiar em conjunto com os sintomas e os testes genéticos. Por isso, se uma pessoa que tem na família a história de algum parente que morreu subitamente - em especial ainda jovem - sem ter recebido nenhum diagnóstico de problema no coração, há um bom motivo para procurar um cardiologista e fazer um check-up. É fundamental verificar o risco de ter herdado genes relacionados à doença. Hoje já é possível diagnosticar vários tipos de mutações genéticas que propiciam a ocorrência de arritmias que podem levar a morte repentina.

É preciso também ficar atento aos sintomas. O mais comum é a síncope, popularmente conhecida como desmaio. Há também pessoas que têm palpitação, tontura ou mal estar repentino. A partir de uma ampla avaliação, o médico pode chegar a um diagnóstico e definir tratamentos para previnir a morte súbita. Uma alternativa é o implante de um cardioversor desfibrilador, um aparelho que restaura o ritmo normal do coração caso ocorra uma arritmia grave. O cardiovisor detecta e dispara um choque quando o coração começa a bater em um ritmo perigoso e pode salvar vidas. Afinal, mais de 50% dos casos de parada cardíaca súbita ocorrem fora do ambiente hospitalar. Quem recebe essa herança genética precisam desde muito cedo, informar-se, ser diagnosticado e, principalmente, previnir-se.

Fonte: Página Einsten