Mostrando postagens com marcador SBED. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SBED. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Controle a mania de fazer compras


Você pode se distrair sem deixar sua conta no vermelho

Quando você tem um péssimo dia de trabalho ou briga com algúem de quem gosta, acorda supermal. Você acha que a única solução neste caso é torrar todas as suas economia em compras e acaba gastando mais do que tem...

Você volta oara casa feliz, cheio(a) de sacolas de roupas, brincos, pulseiras e um monte de quinquilharias que você não vai usar. Mas, logo depois, você acorda diante de um outro problema: você está cheio(a) de dívidas. O que fazer para levantar o astral sem deixar a conta no vermelho?

Procure os amigos. Uma boa conversa pode deixar você aliviado(a) por mais tempo do que as compras. Se você não estiver afim de falar sobre seus problemas, convide-os para ir a um lugar bem animado. Coloque a roupa que você mais gosta e saia se sentindo o(a) mais bonito(a) do pedaço. Fale bastante abobrinha, conte piada, dance até o sol raiar.

Você pode acordar um pouco cansado(a) no dia seguinte, mas terá a sensação de que liberou a energia ruim que estava dentro de você. Durante o dia, ocupe seu tempo, nem que seja lavando roupa. O importante é não ocupar a mente com pensamentos negativos. Para isso não precisa gastar muito.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Boa opção para as crianças


Comida japonesa é leve e saudável, mas é preciso ficar atento aos ingredientes crus

Em vez de batatas fritas e churrasco, elas escolhem o colorido dos rolinhos de vegetais, arroz e peixe. Cada vez mais caindo no gosto das crianças, a culinária japonesa é uma opção saudável no cardápio infantil, a partir dos 3 anos. Entretanto, pais precisam ter cautela. De acordo com especialistas, a comida oriental crua, se mal conservada, pode causar infecção alimentar nos pequenos.

Segundo a nutricionista Renata Pigliasco, o sistema imunológico da criança ainda não está totalmente formado e, por isso, ela é mais suscetível a infecções que podem ser causadas por alimentos mal cozidos ou os crus mal conservados.

"Embora a culinária japonesa seja famosa pelo peixe cru, existem pratos quentes. Estes são as melhores opções para crianças até os 12 anos", recomenda Renata. "É bom também conhecer o restaurante, já que é uma comida preparada com as mãos".

Mesmo precisando de um higiene especial, a comida japonesa não é vilã da saúde, pelo contrário. Pratos como Yakisoba (macarrão, vegetais e carne com shoyu) e o Teppanyaki (legumes, carne e arroz) são consideradas completas para as crianças.

"Estas escolhas, além de agradar o paladar infantil, contemplam três grupos alimentares: vitaminas e minerais, proteínas e carboidratos. Já os peixes contêm ômega 3, importante para o desenvolvimento neurológico", completa Renata.

Outra atenção que os pais devem ter ao levar os filhos em restaurantes japoneses é quanto os molhos. O Shoyu mais conhecido e usado deles contém muito sódio, o que causa retenção de líquido. A versão light é a recomendada.

Frequentadores do restaurante Lokau, no Recreio, as amigas Manoela Caldas, 11 anos, Júlia Assumpção, 9, Giovanna Saraiva, 11, e Vitória Valente, 9, preferem a comida japonesa às outras opções do buffet, como massas, churrasco e outros pratos tradicionais. "Amo japonês e sempre venho aqui, vamos direto nos sushis e sashimis", conta Manoela. A mãe dela, Monalisa Caldas, 38, se preocupa e toma cuidado. "É uma comida saudável, mais leve. Mas só a levo em restaurantes que conheço e confio", conta Monaliza.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Restrição a cheque deve ser avisada


Comerciantes devem informar
 meios de pagamento aceitos nas lojas.
Sem aviso, o consumidor pode escolher o que lhe convier

Os comerciantes podem se recusar a receber cheques ou mesmo cartões como forma de pagamento, mas isso só deve ocorrer se a restrição estiver bem clara ao consumidor da loja, por meio de aviso escrito na entrada ou se o cliente for informado verbalmente de imediato. Esse direito à informação clara e precisa está previsto no Código de Defesa do Consumidor. Se o comerciante não age dessa forma, o consumidor não está obrigado a honrar o pagamento da forma exigida.

"Ele deve informar a restrição a certos meios de pagamento previamente e de forma adequada, para que não pairem dúvidas", afirma Carlos Alberto Nahas, assistente de direção do Procon/SP.

O mesmo vale para cartões de débito e de crédito. Segundo Nahas, a questão é em relação ao direito à informação. "O comerciante deve informar nas portas principais do estabelecimento. Nos cardápios, além dos preços e o aviso sobre não obrigatoriedade de pagamento de gorjeta, deve estar também o meio de pagamento aceito", avisa.

De qualquer forma, avisando ou não o cliente antes, o estabelecimento também não pode restringir o pagamento com cartão de crédito a determinados produtos, como alguns fazem em relação à bebida alcoólica.

domingo, 21 de novembro de 2010

Cuide bem do seu sorriso


Dicas

De que adianta ter um rosto lindo se o seu sorriso anda precário? Infelizmente, nem todo mundo tem cuidado com a saúde dental. Portanto, procure escovar os dentes no mínimo três vezes ao dias.

Para ajudar um pouco o trabalho da escova, não se esqueça do fio dental.

Uma alimentação equilibrada também reflete no seu sorriso. Coma alimentos com açúcar e amido apenas nas refeições principais. E, para não ficar com manchas, evite cigarro, café, chá preto, vinho tinto e refrigerantes.

Colocou as dicas em prática? Então, agora é só sorrir.

sábado, 11 de setembro de 2010

Informativo SMA: Dor Crônica

Dor crônica: é preciso saber a causa
Estudos mostram que a maioria dos pacientes só quer o alívio e
demora a procurar médico

A maioria dos cariocas que sofrem de dor crônica busca o alívio imediato, e não a cura para a causa. Além disso, demoram a procurar centros especializados e recorrem à automedicação. Foi o que mostraram pesquisa realizada pelo Centro Multidisciplinar da Dor (CMD), apresentada no Congresso Nacional da Dor, no Canadá, e o levantamento Epidor, da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED)

"É frequente os pacientes apelarem para a automedicação antes de buscar o tratamento. Isso acontece pela falta de acesso a unidades de Saúde e pela acomodação do paciente em não ir ao hospital e aceitar orientações de amigos, familiares e balconistas nas farmácias", diz o diretor científico da SBED, Levi Jales.

Ele alerta que a automedicação não resolve o problema e pode até torná-lo mais grave. "Todo tipo de dor deve ter assistência médica. Recomendamos procurar um serviço de saúde aos primeiros sintomas de dor, e não ficar adiando o problema", orienta.

Segundo o coordenadordo estudo do CMD, Alexandre Amaral, quando finalmente decidem buscar um centro de referência, os pacientes já estão sem esperança, e não acreditam que o problema tenha solução. "Eles procuram o profissional somente em busca de alívio mas em muitos casos encontrar a causa da dor e tratamento", explica, ressaltando que, em alguns casos, mesmo quando a lesão não está mais presente, a dor permanece.

"Se você demora a solucionar o problema, o sistema nervoso central é prejudicado e os nervos continuam emitindo sinais neurológicos que o cérebro interpreta como dor", diz. "Mesmo assim, o problema pode ser controlado", conclui.