terça-feira, 12 de outubro de 2010

A SMA te mantém informado sobre a Longevidade

Mente sã em corpo são: regras para toda a vida
Como na citação de origem latina, a gerontóloga lembra:
 "O idoso precisa de saúde mental e autonomia"

A geriatria e gerontóloga Andréa Prates, coordenadora do Centro Internacional de Informações para o Envelhecimento Saudável (Cies), trouxe para o V Fórum da Longevidade uma história de vida para ilustrar, por meio de uma rica linha do tempo, ações capazes de assegurar um envelhecimento ativo. Ela contou a história de vida da baiana Elza, residente em São Paulo, que já passou dos 100 anos de forma ativa e feliz. "Ela sempre foi feliz e sempre se desafiou a enfrentar novas realidades, como perda de bens e reconquista, sem deixar de ser otimista."

Segundo Andréa, "a idade cronológica não é o parâmetro mais importante na velhice para determinar a qualidade de vida do idoso. O mais importante é a capacidade funcional e a autonomia dessa pessoa."

A geriatra lembrou que a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou, em 1999, o conceito de envelhecimento ativo e realçou que "para se chegar ao envelhecimento ativo é preciso ter uma boa genética, capacidade funcional para desempenhar atividades como comer, pegar ônibus, pagar contas, boas condições de moradia, apoio social, trabalho e renda. É preciso ainda ter boa saúde mental, autonomia e resistência".