terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Livre de marcas e cicatrizes


Avanço na medicina estética permitem minimizar bastante problemas dermatológicos

De cada 10 mulheres com problemas dermatológicos, 9 sonham com o dia em que poderão se livrar de vez das marcas de acnes, cicatrizes e manchas. Ainda não é possível eliminar totalmente os problemas. Mas avanços na medicina estética já permitem minimizar bastante os prejuízos.

Segundo a coordenadora de Laser da Sociedade de Dermatologia do Rio de Janeiro, Márcia Linhares, diversos tratamentos ajudam a melhorar o aspecto da pele - do simples uso tópico de cremes, até a aplicação do laser mais moderno. E o melhor: em alguns locais, é possível garantir atendimento a preços mais acessíveis.

"Esses tratamentos são caros, então a pessoa precisa pesquisar. Alguns locais da rede pública oferecem atendimento. Há também clínicas que cobram preços mais módicos. O fundamental, no entanto, é que o paciente busque sempre o atendimento de um dermatologista", aconselha Márcia.

De acordo com a especialista, cada tipo de marca requer um tratamento específico. "Para tratar de acnes, por exemplo, existem medicamentos, cremes e limpeza de pele. Mas isso não tira a marca. Quem tem a pele vermelha, lesionada, deve usar laser fracionado. Esse tipo de tratamento estimula a produção de colágeno e renova as células, fazendo com que as cicatrizes melhorem cerca de 70%", indica Márcia.

Tratamentos Modernos

Para o tratamento de manchas, como sardas, a diretora da clínica HealthEsthetic, Renata Pigliasco, indica o tratamento combinado de peeling químico com o aparelho de laser Higialux (capaz de inibir a produção de colagenese, enzima responsável pela distribuição de colágeno na pele).

"Para eliminar cicatrizes cirúrgicas, a melhor saída também é o laser" explica. Mas é preciso ficar atento: para que o resultado seja realmente bom, são necessárias, no mínimo quatro sessões.

Mas é fundamental ficar longe do sol. "Qualquer que seja o tratamento, o ideal é evitar o sol e passar o protetor diariamente, ou o problema voltar", ressalta Márcia.