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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Contra o câncer de mama


Inca lança novas recomendações que pretendem evitar mortes por tumor mamário

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou sete recomendações para diminuir a mortalidade por câncer de mama no Brasil. Entre elas, está a indicação de que mulheres com idade entre 50 e 69 anos devem se submeter a exames de mamografia a cada dois anos. Além disso, segundo o órgão, pacientes que têm nódulos nos seios não devem esperar mais do que 60 dias para ter o diagnóstico.

"O País tem perfeitas condições de cumprir as recomendações. Existem cerca de 3,4 mil mamógrafos em todo o Brasil, sendo que cerca de 1,3 mil estão à disposição do Sistema Único de Saúde", afirma o técnico da Rede de Atenção Oncológica do Inca, Ronaldo Corrêa. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, só no estado são mais de 300 mamógrafos.

"Temos o papel de articular, junto às secretarias municipais, campanhas para educar as mulheres sobre os riscos do câncer de mama", explica o superintendente de Vigilância Epidemiológica da secretaria, Alexandre Chieppe.

Campanhas, entretanto, não são suficientes. Segundo Correa, é fundamental que a população esteja sempre atenta aos sintomas do câncer de mama, como: nódulo palpável, mudanças na pele, secreção no mamilo e, em alguns casos, vermelhidão e dor.

As outras recomendações são: acesso à informações sobre o que causa a doença e quais são as formas de prevenção, qualidade dos mamógrafos e rigoroso acompanhamento médico para quem faz terapia de reposição hormonal.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, qualquer unidade de saúde pode fazer o primeiro atendimento à mulher e encaminhar a uma unidade própria para o tratamento do câncer. Mais informações pelo 3523-4025.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Secretaria de Saúde cria medidas para atrair Sexo Masculino


Homens cuidam pouco da saúde

Cuidar da saúde é uma das últimas preocupações dos homens cariocas. Um levantamento feito pela Secretaria Municipal de Saúde mostra que a grande maioria foge das consultas médicas de rotina e só procura ajuda quando está com problemas mais sérios. Dos cerca de dez milhões de atendimento realizados de janeiro a julho, só 12% dos pacientes eram do sexo masculino (na faixa de 20 a 59 anos). Quando incluídos os idosos, o índice de homens que procuram os serviços de saúde de forma preventiva não passa dos 25%.

Para mudar o quadro, a secretaria vai criar a Gerência de Saúde do Homem com o objetivo de aumentar o interesse dos homens pela saúde. O horário de atendimento das Clínicas de Família será ampliado até as 20h para que os trabalhadores tenham mais chances de conseguir uma consulta.

- Vários fatores contribuem para que o homem não procure atendimento. Tem a questão do horário, o pensamento masculino de que nada de ruim vai acontecer. Também existe o temor de que, se for ao médico, vai achar algum problema - diz Andrea Castro, que ficará a frente da nova gerência.

Acompanhar a mulher

Segundo o levantamento, as especialidades mais procuradas pelos homens são angiologia, clínica médica, pneumologia, psiquiatria, fisioterapia, terapia ocupacional e psicologia. A secretaria quer conquistar mais pacientes masculinos para consultas de cardiologia, afinal, as doenças de coração são uma das principais causas de morte.

- Já percebemos que a implantação de academias de ginástica em unidades de saúde tem feito com que homens se interessem mais pelos cuidados com a saúde e procurem atendimento preventivo. A gerência agora vai procurar novas formas de atrair os pacientes do sexo masculino - diz o secretário de Saúde, Hans Dohmann.

Outra medida será estimular o homem que acompanha a companheira grávida no pré-natal a também fazer exames de rotina.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Idosos: denúncias de violência aumentam


Foram 93 queixas de maus-tratos em asilos

Denúncias sobre maus-tratos a idosos se tornam cada vez mais comum nos asilos cariocas. De janeiro a agosto deste ano, 93 relatos chegaram ao Núcleo de Violência Doméstica do Disque-Denúncia. Um aumento de 63% se comparado aos 57 casos registrados no mesmo período de 2005.

As denúncias desse tipo de violência crescem progressivamente. Entre 2008 e 2009, as queixas saltaram de 67 para 90. Já o número de registros em que o idoso foi maltratado dentro de residências subiu de 852 relatos para 1.074, na comparação de janeiro a agosto de 2009/2010. Os bairros campeões de queixas são da Zona Oeste - Campo Grande, Bangu e Santa Cruz. Em seguida estão Copacabana e Jacaré.

Segundo a promotora de Justiça e Proteção ao Idoso, Eliane Belém, "90% dos casos protocolados no Ministério Público acontecem no lar". A maioria das reclamações está relacionada à negligência e ao mau uso da pensão do isoso e, não a agressões. O telefone do Disque-Denúncia é 2253-1177.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Contra o câncer de mama


Inca lança novas recomendações que pretendem evitar mortes por tumor mamário

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou na 2ª quinzena de outubro de 2010 sete recomendações para diminuir a mortalidade por câncer de mama no Brasil. Entre elas, está a indicação de que mulheres com idade entre 50 e 69 anos devem se submeter a exames de mamografia a cada dois anos. Além disso, segundo o órgão, pacientes que têm nódulos nos seios não devem esperar mais do que 60 dias para ter o diagnóstico.

"O País tem perfeitas condições de cumprir as recomendações. Existem cerca de 3,4 mil mamógrafos em todo o Brasil, sendo que cerca de 1,3 mil estão à disposição do Sistema Único de Saúde", afirma o técnico da Rede de Atenção Oncológica do Inca, Ronaldo Côrrea. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, só no estado são mais de 300 mamógrafos.

"Temos o papel de articular, junto às secretarias municipais, campanhas para educar as mulheres sobre os riscos do câncer de mama", explica o superintendente de Vigilância Epidemiológica da secretaria, Alexandre Chieppe.

Campanhas, entretanto não são suficientes. Segundo Correa é fundamental que a população esteja sempre atenta aos sintomas do câncer de mama, como: nódulo palpável, mudanças na pele, secreção no mamilo e, em alguns casos, vermelhidão e dor.

As outras recomendações são: acesso à informações sobre o que causa a doença e quais são as formas de prevenção, qualidade dos mamógrafos e rigoroso acompanhamento médico para quem faz terapia de reposição hormonal.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, qualquer unidade de saúde pode fazer o primeiro atendimento à mulher e encaminhar a uma unidade própria para o tratamento do câncer. Mais informações pelo 3523-4025.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

A SMA aborda a Longevidade

Mais idosos e menos crianças
Dados preliminares do Censo do IBGE mostram maior participação de pessoas
com idade acima de 65 anos e queda no número de habritantes até 14 anos,
resultado da ampliação da longevidade e da baixa da quantidade de nascimentos.

Com 80% da população do País recenseada, pode-se já notar um perfil mais idoso dos brasileiros. Por outro lado o Censo do IBGE mostra redução no número de nascimentos, estreitando a base da pirâmide etária nacional. O levantamento entra na reta final contando com a colaboração da população até 31 de outubro para que o retrato feito do Brasil seja o mais fiel possível.

Segundo o IBGE, caiu de 9,64% para 7,17% a participação das crianças até 4 anos na população brasileira. Isso é resultado do menor número de filhos por mulher. Já a maior longevidade provoca outro fenômeno: o do aumento da população idosa. Enquanto em 2000 as pessoas com mais de 65 anos eram 5,85% dos brasileiros, até esse momento esse percentual está em 7.66%.

Para o presidente do instituto, Eduardo Pereira Nunes, ambas as tendências acabam resultando numa diminuição no número de moradores por domicílio. Há dez anos cada teto abrigava 3,79 pessoas e atualmente esse número é de 3,34.

"Há informações claras de mudança do padrão demográfico da população brasileira. Estamos percebendo uma acentuada redução da taxa de fecundidade. É algo bastante expressivo e característico do Brasil. Está ocorrendo de forma generalizada tanto na área urbana quanto na rural", afirma Nunes.

O Estado do Rio é um dos que têm a população mais idosa e consequentemente com famílias mais reduzidas. Em média por domicílio há 3,06 moradores, perdendo apenas para o Rio Grande do Sul (2,99). Já foram recenseados 80% da população fluminense, até 27 de setembro de 2010 totalizando 12.753.304 habitantes. No País, já foram contados 153.622.540 pessoas.

Apesar do envelhecimento da população, o Brasil continua sendo um País jovem, já que 50,77% têm menos de 30 anos, e em crescimento.