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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Mulher sofre mais com fumo passivo


Em todo o mundo, 600 mil não fumantes morrem por ano

O problema costuma afetar mais as mulheres: são 281 mil mortes por ano. Isso acontece porque elas têm 50% mais chances de ficarem expostas à fumaça do cigarro do que os homens.

O estudo recolheu informações em 192 países e descobriu que o fumo passivo mata 379 mil pessoas por doenças cardíacas. 165 mil por doenças respiratórias, 36,9 mil por asma e 21,4 mil por câncer de pulmão. Isso representa 1% das mortes do mundo todo.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) está muito preocupada também com as 165 mil crianças que morrem por infecções respiratórias causadas pelo cigarro a cada ano, a maioria no sudeste asiático e na África. Os filhos de fumantes têm maior risco de morte súbita, infecções de ouvido, pneumonia, bronquite e asma. Por isso, é importante que os pais evitem fumar perto de crianças.

Já existem leis em muitos países que proíbem o fumo em lugares públicos e fechados, mas os especialistas acreditam que é preciso criar novas restrições, embora isso seja muito difícil. Mas na Inglaterra, por exemplo, a Fundação Britânica do Pulmão está pedindo que o governo proíba o fumo dentro dos carros.

Além de 600 mil mortes por fumo passivo, as 5,1 milhões de mortes de fumantes ao ano também não devem ser esquecidas.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Boa opção para as crianças


Comida japonesa é leve e saudável, mas é preciso ficar atento aos ingredientes crus

Em vez de batatas fritas e churrasco, elas escolhem o colorido dos rolinhos de vegetais, arroz e peixe. Cada vez mais caindo no gosto das crianças, a culinária japonesa é uma opção saudável no cardápio infantil, a partir dos 3 anos. Entretanto, pais precisam ter cautela. De acordo com especialistas, a comida oriental crua, se mal conservada, pode causar infecção alimentar nos pequenos.

Segundo a nutricionista Renata Pigliasco, o sistema imunológico da criança ainda não está totalmente formado e, por isso, ela é mais suscetível a infecções que podem ser causadas por alimentos mal cozidos ou os crus mal conservados.

"Embora a culinária japonesa seja famosa pelo peixe cru, existem pratos quentes. Estes são as melhores opções para crianças até os 12 anos", recomenda Renata. "É bom também conhecer o restaurante, já que é uma comida preparada com as mãos".

Mesmo precisando de um higiene especial, a comida japonesa não é vilã da saúde, pelo contrário. Pratos como Yakisoba (macarrão, vegetais e carne com shoyu) e o Teppanyaki (legumes, carne e arroz) são consideradas completas para as crianças.

"Estas escolhas, além de agradar o paladar infantil, contemplam três grupos alimentares: vitaminas e minerais, proteínas e carboidratos. Já os peixes contêm ômega 3, importante para o desenvolvimento neurológico", completa Renata.

Outra atenção que os pais devem ter ao levar os filhos em restaurantes japoneses é quanto os molhos. O Shoyu mais conhecido e usado deles contém muito sódio, o que causa retenção de líquido. A versão light é a recomendada.

Frequentadores do restaurante Lokau, no Recreio, as amigas Manoela Caldas, 11 anos, Júlia Assumpção, 9, Giovanna Saraiva, 11, e Vitória Valente, 9, preferem a comida japonesa às outras opções do buffet, como massas, churrasco e outros pratos tradicionais. "Amo japonês e sempre venho aqui, vamos direto nos sushis e sashimis", conta Manoela. A mãe dela, Monalisa Caldas, 38, se preocupa e toma cuidado. "É uma comida saudável, mais leve. Mas só a levo em restaurantes que conheço e confio", conta Monaliza.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Bullying nem sempre é o pior inimigo


Cobrança excessiva dos pais
 é o que mais estressa filhos, segundo pesquisa

Pais e professores muito rigorosos devem ficar atentos para não exagerarem na dose: segundo uma pesquisa a cobrança dos adultos gera mais estresse nas crianças do que o bullying - como é chamada a prática de violência, humilhação e intimidação física ou psicológica entre os jovens, geralmente na escola.

De acordo com o trabalho realizado pela Isma-BR (International Stress Management Association do Brasil), as críticas dos adultos, o excesso de atividades na rotina e o bullying são, nesta ordem, as três principais causas do estresse mais citados pelos pequenos.

"Muitas vezes o adulto não percebe que um comentário dele traz tanto prejuízo à criança. Toda criança precisa de limites, mas a maneira de o adulto se expressar e estabelecer esses limites vai ser importantíssima para a formação da autoestima da criança", explica Ana Maria Rossi, psicóloga que coordenou a pesquisa. "O bullyng não é tão comum quanto a convivência com o adulto. Por isso, a maioria das crianças citou as críticas dos pais".

A psicóloga afirma que o adulto precisa, antes de qualquer coisa, identificar as limitações de cada criança. "É importante dar à criança desafios compatíveis com a idade. Há pais que pedem para o filho pagar contas na internet e, quando a criança erra, o pai reclama, a chama de burra, de incopetente. Isso é inaceitável", diz Ana Maria.

Quando uma criança não faz o dever de casa de forma correta, por exemplo, os adultos devem tentar ajudar. "Ao invés de dizer que 'está tudo errado', deve se sentar com a criança e ajudá-la a fazer da forma correta. Mostrar que ela pode fazer certo e incentivá-la", aconselha Ana.

O psiquiatra Fábio Barbirato, chefe do setor de Neuropsiquiatria infantil da Santa Casa de Misericórdia, concorda. "Os pais são figuras de autoridades e de acolhimento. Se o pai tem voz austera e só cobra, não reforça positivamente a criança. E quanto maior a pressão, maior o risco de a criança  estar estressada, ansiosa e ter depressão".

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

A SMA aborda a Longevidade

Mais idosos e menos crianças
Dados preliminares do Censo do IBGE mostram maior participação de pessoas
com idade acima de 65 anos e queda no número de habritantes até 14 anos,
resultado da ampliação da longevidade e da baixa da quantidade de nascimentos.

Com 80% da população do País recenseada, pode-se já notar um perfil mais idoso dos brasileiros. Por outro lado o Censo do IBGE mostra redução no número de nascimentos, estreitando a base da pirâmide etária nacional. O levantamento entra na reta final contando com a colaboração da população até 31 de outubro para que o retrato feito do Brasil seja o mais fiel possível.

Segundo o IBGE, caiu de 9,64% para 7,17% a participação das crianças até 4 anos na população brasileira. Isso é resultado do menor número de filhos por mulher. Já a maior longevidade provoca outro fenômeno: o do aumento da população idosa. Enquanto em 2000 as pessoas com mais de 65 anos eram 5,85% dos brasileiros, até esse momento esse percentual está em 7.66%.

Para o presidente do instituto, Eduardo Pereira Nunes, ambas as tendências acabam resultando numa diminuição no número de moradores por domicílio. Há dez anos cada teto abrigava 3,79 pessoas e atualmente esse número é de 3,34.

"Há informações claras de mudança do padrão demográfico da população brasileira. Estamos percebendo uma acentuada redução da taxa de fecundidade. É algo bastante expressivo e característico do Brasil. Está ocorrendo de forma generalizada tanto na área urbana quanto na rural", afirma Nunes.

O Estado do Rio é um dos que têm a população mais idosa e consequentemente com famílias mais reduzidas. Em média por domicílio há 3,06 moradores, perdendo apenas para o Rio Grande do Sul (2,99). Já foram recenseados 80% da população fluminense, até 27 de setembro de 2010 totalizando 12.753.304 habitantes. No País, já foram contados 153.622.540 pessoas.

Apesar do envelhecimento da população, o Brasil continua sendo um País jovem, já que 50,77% têm menos de 30 anos, e em crescimento.

sábado, 2 de outubro de 2010

Infome SMA sobre as Eleições 2010

Para votar, basta um documento
Eleitores terão que apresentar identidade com foto

Depois de muita discussão, o Superior Tribunal Federal (STF), por 8 votos a 2, decidiu: para votar no próximo domingo, o eleitor só precisa levar um documento com foto (pode ser carteira de identidade, carteira de motorista, certificado de reservista ou passaporte). Caso a pessoa não saiba a zona eleitoral, é necessário levar também o título de eleitor.

Certidão de nascimento e de casamento não serão aceitas. Apresentação de cópias autenticadas serão resolvidas pelo mesário ou pelo juiz eleitoral.