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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Computador e TV podem fazer mal


Tecnologia em excesso pode causar problemas nas crianças

Crianças que passam mais de duas horas por dia na frente da televisão ou do computador têm mais chances de apresentar problemas de comportamento. É o que indica um estudo feito na Inglaterra com mais de mil crianças com 11 anos de idade.

Os pesquisadores constataram que o excesso de tecnologia aumenta o risco de distúrbios psicológicos, como o défict de atenção, o excesso de timidez e a agressividade, em cerca de 60%, independentemente da quantidade de atividade física que elas praticam ao longo da semana.

O resultado mostra que não há dúvidas de que os pais precisam limitar as horas que os filhos passam na internet ou vendo televisão.

Outros estudos já haviam ligado o excesso de televisão a problemas de comportamento na vida adulta. Uma pesquisa feita no Canadá sinalizou que os pequenos que passam mais tempo assistindo televisão têm un rendimento pior na escola e comem mais alimentos açucarados e gordurosos. Nos Estados Unidos e na Austrália, os pediatras já recomendam que as crianças não assistam mais de duas horas de televisão por dia.

Por isso, é fundamental que os pais tenham pulso firme e não deixem os filhos ficarem mais do que esse tempo na frente da TV ou do computador. Também é muito importante controlar o tipo de programa que eles assistem - a novela das oito, por exemplo, não é recomendada para os pequenos - e o que acessam no computador. Jogos violentos e redes sociais como Orkut devem ser usadas com moderação.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Gestante pode...


Ou não pode?

PINTAR as unhas Pode. O único cuidado é com a HIGIENE do kit. Preferencialmente, a gestante deve levar seu ALICATE e sua tesoura.

Depilar-se com CERA quente Pode. A única restrição é a DEPILAÇÃO a laser, que não deve ser feita.

DESCOLORIR os pelos do corpo, o ideal é não fazê-lo, já que não se sabe se pode PREJUDICAR o feto.

Subir ESCADAS Pode, contanto que não represente um grande ESFORÇO.

Andar de BICICLETA Pode, desde que o obstetra autorize.

DIRIGIR Pode, desde que o obstetra autorize.

Fazer uso de SAUNA Não, pois a alta temperatura pode causar queda de PRESSÃO arterial, além de enjoo e DESMAIO.

VIAJAR Sim, se autorizado pelo OBSTETRA.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

As dores e delícias de amamentar


Uma em cada 4 mães têm dificuldades
 no início do período de aleitamento dos filhos

Uma em cada quatro mães têm dificuldades para amamentar. Foi o que revelou um estudo do Centro de Referência Estadual em Bancos de Leite Humano do Piauí. A pesquisa, feita com 1,8 mil mulheres, apontou que 435 tiveram problemas no aleitamento.

As principais dificuldades foram mama muito cheia (25%), baixa produção de leite (22%), dificuldade para posicionar o bebê (15,4%) e fissura do bico do seio (16,8%).

"Mesmo sendo um ato institivo, é claro que amamentar causa dúvidas, principalmente no início. Mas as mulheres não devem desistir. O leite materno é fundamental para o desenvolvimento do bebê".  explica Danielle Silva, coordenadora de Processamento e Controle de Qualidade do Banco de Leite Humano do Instituto Fernandes Figueira/Fio Cruz.

De acordo com ela, mães que tiveram dificuldades devem procurar os bancos de leite de seus municípios para tirar dúvidas e aprender a forma correta de amamentar.

"Existe uma equipe de enfermagem nesses locais, que orienta. Em alguns casos, por exemplo, o bebê pode se sentir desconfortável na posição tradicional: barriga do bebê encostado na barriga da mãe. Então a mãe é orientada a tentar outras posições", explica.

Em setembro de 2010, Adriane Galisteu falou sobre a dificuldade que teve de amamentar o filho Vittorio, 3 meses. "Teve um dia que falei: 'Não vou conseguir'. Entrei em pânico", contou.

Mas, segundo Danielle, não é preciso se assustar, e sim ficar atenta às (valiosas) dicas: "A primeira é não ficar ansiosa e procurar um lugar confortável. Também é importante ter apoio da família", orienta.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Contra o câncer de mama


Inca lança novas recomendações que pretendem evitar mortes por tumor mamário

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou na 2ª quinzena de outubro de 2010 sete recomendações para diminuir a mortalidade por câncer de mama no Brasil. Entre elas, está a indicação de que mulheres com idade entre 50 e 69 anos devem se submeter a exames de mamografia a cada dois anos. Além disso, segundo o órgão, pacientes que têm nódulos nos seios não devem esperar mais do que 60 dias para ter o diagnóstico.

"O País tem perfeitas condições de cumprir as recomendações. Existem cerca de 3,4 mil mamógrafos em todo o Brasil, sendo que cerca de 1,3 mil estão à disposição do Sistema Único de Saúde", afirma o técnico da Rede de Atenção Oncológica do Inca, Ronaldo Côrrea. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, só no estado são mais de 300 mamógrafos.

"Temos o papel de articular, junto às secretarias municipais, campanhas para educar as mulheres sobre os riscos do câncer de mama", explica o superintendente de Vigilância Epidemiológica da secretaria, Alexandre Chieppe.

Campanhas, entretanto não são suficientes. Segundo Correa é fundamental que a população esteja sempre atenta aos sintomas do câncer de mama, como: nódulo palpável, mudanças na pele, secreção no mamilo e, em alguns casos, vermelhidão e dor.

As outras recomendações são: acesso à informações sobre o que causa a doença e quais são as formas de prevenção, qualidade dos mamógrafos e rigoroso acompanhamento médico para quem faz terapia de reposição hormonal.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, qualquer unidade de saúde pode fazer o primeiro atendimento à mulher e encaminhar a uma unidade própria para o tratamento do câncer. Mais informações pelo 3523-4025.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Infomativo SMA: Acne

Acne pode deixar marcas e baixar autoestima
do jovem se não tratada corretamente
Doença dematológica pode ser combatida com antibióticos nos casos mais severos

Problema comum entre os adolescentes, a acne, se não tratado de forma adequada, pode deixar marcas no rosto, colo, costas e nádegas. Frequentemente, a doença de pele é uma das causas da baixa autoestima nesta faixa etária, ao lado da transição física e psicológica pela qual o jovem passa.

"Muitos jovens procuram tratamento por causa dos apelidos que ganham", relata Luciana Labouriau, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Cuidar para que o quadro não evolua é a melhor solução. Moara de Carvalho, 22 anos, conviveu por toda a adolescência com o drama das espinhas e só se livrou com o tratamento médico: "Comecei a ter aos 11 anos. Só fiquei livre, de fato, quando a dermatologista receitou um remédio muito forte. E também tive que abrir mão de pequenas coisas durante o tratamento, como comer alimentos com gordura e pegar sol."

Labouriau confirma. O acompanhamento médico é importante no tratamento da acne pois cada nível tem um cuidado específico: lesões leves são tratadas com medicamentos de aplicação local, já para as mais graves e persistentes, pode-se optar por antibióticos orais. Entretanto a médica alerta: "Todo remédio tem efeitos colaterais. Por isso, a possibilidade de tomar medicamento contra acne deve ser estudada por médico e paciente, deve-se pesar os prós e contras."

Engana-se quem acha que espremer cravos e espinhas é uma solução. "Mexer na lesão pode fazer o quadro evoluir ou marcar a pele com cicatrizes, e é justamente isso que prejudica a autoestima dos jovens", diz a dermatologista. Na adolescência, a "explosão hormonal" estimula a produção de gordura pelas glândulas sebáceas. A dificuldade de eliminação desse material produzido forma a lesão da acne.