Mostrando postagens com marcador superação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador superação. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Saiba mais sobre: o Amor


Dicionário sucinto da bioquímica do Amor

Dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987): "O amor dinamita a ponte e manda o amante passar", Amar não é e nunca será fácil. Até o amor materno passa por suas provações. As complicações, em geral, advêm de influências externas. Da perspectiva bioquímica, amar é de uma simplicidade comovente, mera questão de oxitocina. A substância ativa nas áreas da afetividade, ajudando a estabelecer e a fortalecer os vínculos de afeição - seja entre mãe e filho, o homem e mulher ou amigos. Quanto maior a produção de oxitocina, maior também a liberação de - aí esta ela outra vez - dopamina, a substância da alegria, responsável pelo controle do sistema de recompensa cerebral. Para manutenção do amor romântico, a biologia fornece um prazo de validade - em média, quatro anos, o tempo exigido para a concepção, a gestação, o nascimento e os primeiros cuidados com o bebê. A natureza é pragmática.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Cada vez menos desempregados


Pesquisa mostra ainda que salários estão mais altos

O número de desempregados no Brasil hoje é um dos menores da história. Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Geografia Estatística (IBGE) em outubro/2010 mostraram que apenas 6,2% dos trabalhadores estavam sem emprego. A taxa é a menor considerando todos os meses desde março de 2002, quando o órgão começou a medir o desemprego. Em abril de 2004, a situação estava bem pior. Os índices de desemprego estava em 13,1%, número mais alto da história.

O rendimento real médio dos trabalhadores brasileiros ficou em R$ 1.499 Esses dados significam quanto o trabalhador consegue ganhar por mês, juntando salários, bicos e outras fontes de grana. O valor também é maior desde março de 2002.

Rio de Janeiro fica em segundo

O recorde anterior foi registrado em agosto, quando o salário médio foi de R$ 1.480,20. Considerando só o RIo de Janeiro, o salário médio é de R$ 1.580,60. Esse é o segundo melhor índice entre as capitais, ficando atrás apenas de São Paulo, onde o salário médio é de R$ 1.599,70.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Dor crônica é doença. E precisa ser tratada.


Equivocadamente aceita como
 consequência natural de um trauma,
 de uma doença ou do envelhecimento,
 a dor, quando persistente,
 pode se tornar a própria doença.

De forma geral, a dor é um sinal de alarme do organismo. Quando há algo errado, ele reage disparando um estímulo para o sistema nervoso central, dando o aviso. Mas um alarme só e bom se pode ser desligado. No caso da dor, isso se faz corrigindo a origem do problema. Dores - mesmo as agudas, causadas por lesão, cirurgia ou traumatismo - tem começo, meio e fim. Se isso não acontece, a dor vira crônica, torna-se a própria doença. Dores diárias ou intermitentes, que duram de três a seis meses ou mais, são consideradas crônicas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, 30% das pessoas sofrem de dor crônica. O mal pode estar associado a processos dolorosos crônicos, como hérnia de disco, artrite, artrose e câncer, dentre outros. Mas também pode ser gerado ou intensificado como uma espécie de curto-circuito no sistema de alarme do corpo, que cria uma memória da dor, fazendo com que ela ocorra independentemente daquilo que a ocasionou.

A dor crônica afeta a qualidade de vida das pessoas, atrapalha ou impede atividades rotineiras e pode desencadear problemas como depressão, ansiedade e estresse. Também pode prejudicar os sistemas imunológico, cardíaco e respiratório e produzir alterações na pressão arterial e na capacidade motora. Além disso, quem tem dor crônica tende a não se alimentar bem, dorme mal e prejudica suas relações sociais. São condições que propiciam novas doenças.

O que fazer? O primeiro passo é rejeitar a idéia de que sentir dor é normal porque faz parte de um processo crônico, de cura ou de envelhecimento. Todo o tipo de dor - aguda ou crônica - requer atenção médica. Quando não pode ser curada, a dor pode ser tratada. Quando não pode ser eliminada, pode ser minimizada.

Mesmo no meio médico, a questão da dor é às vezes relevada - seja porque ela é considerada inerente à doença ou ao procedimento realizado, ou não há causa evidente para sua manifestação, ou até porque a dor é subjetiva, varia de paciente para paciente. Ainda que não se identifique uma causa, a atitude correta é: se a pessoa diz que tem dor, a dor existe. Alguns hospitais, além de contar com uma equipe especializada para tratar do problema, reconhecem a sua importância incluindo a dor como o quinto sinal vital, monitorado ao lado de pressão arterial, pulso, respiração e temperatura. Com base em uma escala, o próprio paciente atribui um grau à intendidade da sua dor para que a equipe possa programar os melhores cuidados para cada caso.

É ampla a gama de recursos para o tratamento. Dentre os medicamentos, estão os analgésicos, anti-inflamatórios, antidepressivos e opiodes (que, embora provoquem temor em leigos, não geram dependência quando adequadamente ministrados). Somam-se a eles técnicas de fisioterapia, laser, acupuntura, massagens e outras. Nos dias de hoje, só uma coisa pode fazer uma pessoa continuar sofrendo com a dor: a crença de que ela é simplesmente sintoma de algum outro problema e, portanto, normal. Sentir dor não é normal. E de maneira crônica, é doença - que precisa ser tratada como qualquer outra.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

O radar das manchas


Um novo aparelho faz o diagnóstico do câncer de pele na hora, sem a necessidade do uso de bisturi

Todos os anos, 120 000 brasileiros recebem o diagnóstico de câncer na pele. Como tumor maligno, maiores são a chance de cura quanto mais precocemente a doença for descoberta. Para identificar o câncer de pele. os médicos vão em busca de manchas - de bordas irregulares, cores variadas, que coçam ou sangram, e costumam aparecer de uma hora para a outra. O exame definitivo para determinar se uma lesão é de fato maligna exige uma pequena cirurgia. O paciente recebe anestesia local e o médico extrai o tecido suspeito. Invariavelmente, a incisão tem de ser fechada com pontos - e alguns deixam marcas para sempre. O resultado da biópsia costuma sair em dois dias - período sempre de muita angústia e medo. Algumas pessoas têm de passar por esse tormento não uma, mas várias vezes, ao surgimento de cada nova mancha duvidosa. De cada dez análises feitas, no entanto, apenas uma resulta positiva para câncer. Ou seja 90% dos casos, o corte, a cicatriz e a ansiedade poderiam ter sido evitados. Está para chegar ao Brasil um aparelho capaz de fazer o diagnótico do câncer de pele sem a necessidade de bisturi. Trata-se de um microscópio que, permite ao médico enxergar a estrutura das células da pele.

Aprovado em 2008 nos Estados Unidos e batizado comercialmente de VivaScope, o microscópio fornece uma imagem de alta definição, até 1 000 vezes maior que a original, e com um foco muito preciso. Por esse motivo, os médicos o chamam de confocal. Ele consegue ir a até 5 milímetros de profundidade, rastreando a epiderme e a derme, camadas em que se formam quase 100% dos cânceres cutâneos. Cada mancha leva, em média, vinte minutos para ser analisada. Além de evitar biópsias desnecessárias, quando o caso é de câncer, o novo aparelho torna as cirurgias para remoção do tecido doente mais eficientes. Alguns especialistas não pretendem abandonar de vez as biópsias. "Não há dúvida, contudo, de que, com esse microscópio, as indicações de cirurgia diminuirão", diz Adilson Costa, professor de dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas.

Há pelo menos uma dezena de cânceres de pele. O microscópio confocal aplica-se a três deles, que representam quase a totalidade dos casos. Os médicos estão bastante entusiasmados com os avanços que o novo aparelho proporciona para o diagnóstico precoce e o tratamento de melanoma. Com 5% das ocorrências da doença, ele ó mais perigoso dos tumores. "Apesar de surgir na camada mais superficial da pele, o melanoma se multiplica de forma rápida e, em dois anos, pode chegar aos vasos linfáticos e entrar em processo de metástase, quando há muito pouco a fazer", diz a dermatologista Gizele Rezze, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo, centro de referência para o tratamento do câncer. A única quimioterapia disponível funciona para 20% dos doentes. Quando o diagnóstico é feito precocemente, as chances de cura beiram os 100%.

Foi o que salvou a publicitária Debora Ochoa. Em 2008, aos 35 anos, graças ao alerta de uma amiga, ela começou a prestar atenção àquela "pinta estranha" no braço esquerdo. Com menos de 1 centímetro de diâmetro, cor escura e bordas irregulares, a mancha era um princípio de melanoma. Agora, com o olho treinado, toda vez que encontra um sinal suspeito, Debora procura o dermatologista. De lá para cá, removeu outras dez manchas. Três delas eram melanomas iniciais. "Até hoje não me acostumei com essas extrações", diz Debora. "Além do pavor de agulhas, sofro muito com a espera do resultado."

Do melanoma ao mais comum dos cânceres de pele (o carcinoma basocelular), esse tumor está basicamente associado à exposição solar. Apenas 10% dos melanomas, por exemplo, são hereditários. A radiação de sol provoca uma mutação no DNA dos melanócitos, as células responsáveis pela produção de melanina, o pigmento natural da pele. Pesquisas mostram que pessoas de pele branca, de olhos e cabelos claros, com tendência a desenvolver manchas ou que não se bronzeiam são as mais suscetíveis à doença. A melhor arma contra o câncer de pele continua a ser a velha (e boa e interminável) combinação de protetor solar, sombra das 10 da manhã às 4 da tarde, chapéu, guarda-sol e óculos escuros. Mantenha o foco nessas providências e você não precisará submeter-se ao confocal.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Dica para ter uma Renda Extra


O Plano de Assistência Funeral SMA
 vive um momento de grande expansão entre clientes de todas as classes sociais

Chefes de Família, Donas de Casa, Empresários... atualmente, encontram-se muito mais empenhados, em garantir os serviços da Santa Madalena Assistência Familiar.

Marlene de Souza, 34 anos, trabalhava em regime de expediente diário em uma central de telemarketing, há dois anos tornou-se uma Agente Credenciada do Plano Funerário SMA, começou oferecendo o Plano para as colegas do trabalho. A empreitada deu certo: ela conseguiu vender 17 num único dia.

"Na mesma semana larguei meu emprego e resolvi trabalhar por conta própria" conta Marlene. "Todos nós um dia iremos necessitar de Serviços Funerários, para um parente, um funcionário, um amigo. Tive senso disso ao utilizar o meu, para o sepultamento de minha irmã caçula. Todos vieram me saudar, por ter conseguido, tomar todas as providências necessárias de forma ágil e com muito requinte. Quando na realidade a única coisa que fiz, foi ligar para a Funerária Santa Madalena e informar o óbito. Eu não tinha nem forças para falar direito ao telefone, tamanha era a dor que se alojou em meu coração, devido a esta perda."

A dona de casa Augusta Carvalho, 36 anos, também se agarrou na oportunidade de revenda do Plano Funeral SMA e só tem a comemorar. "Quando se trabalha com uma empresa idônea, consegue-se uma boa aceitação, é fácil obter lucros. É um bom negócio trabalhar com a Funerária Santa Madalena.", diz.

Formado em Administração, Fábio Cunha, 31 anos, não pensou duas vezes para largar o emprego em uma lan house e se dedicar a vendas do Plano da Santa Madalena. Em oito meses, sua rende mensal passou de R$ 600 para 2 mil. "Encontrei a oportunidade certa de ter uma boa renda e ser meu próprio patrão", comenta.

domingo, 12 de setembro de 2010

Reprodução SMA da palestra da Jill Taylor

Uma aula de esperança, trabalho e superação.
Vítima de um AVC, a neurocientista norte-americana conta
como conseguiu superar os traumas da doença.

O encerramento do V Fórum da Longevidade ficou a cargo da neurocientista Jill Taylor, que deu uma verdadeira lição de vida ao relatar a sua história de superação iniciada há 13 anos. Aos 37 anos, um coágulo no hemisfério esquerdo (associado à razão) do cérbro causou um AVC, que afetou a sua memória, os movimentos e a fala. Assim, ela teve de contar apenas com o hemisfério direito (associado ao pensamento abstrato e a criatividade) para dar impulso ao processo de recuperação que partiu da estaca zero.

Após uma arriscada cirurgia e muita terapia, aliadas à dedicação dos amigos e, principlamente, de sua mãe, a neurocientista conseguiu se recuperar totalmente, voltou a dar aula na Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana e faz palestras sobre a sua impressionante recuperação.

Ela diz que entre as principais mudanças que a doença causou em sua vida está um novo olhar sobre a vida. "Agora gasto meu tempo fazendo coisas que vão ajudar outras pessoas, em vez de focar toda a minha energia apenas na carreira, como eu fazia antes do AVC."

Sobre a relação entre o que acontece no cérebro das pessoas e a longevidade, Jill Taylor explicou que o organismo humano tem 50 trilhões de células com várias funções, que vão se degenerando conforme envelhecemos. O importante é estimular as células para que substituam a função daquelas que morrem. "A longevidade e envelhecer com saúde têm a ver com as decisões que tomamos durante toda a nossa vida."

A neurocientista finalizou sua palestra com importantes dicas de conduta: "Respeite o poder de cura do sono, dormindo bem; desafie seus sistemas cerebrais (o racional e o emocional) diariamente; lembre-se que a vida acontece no momento presente e escolha concientemente onde vai depositar a sua energia; concentre-se no que é positivo; lembre-se de ser paciente; comemore cada pequena ação; preste atenção à sensação causada pelo estresse e lembre-se de agradecer ao levantar e ao deitar por mais um dia de vida.". As descobertas de Jill Taylor também abrem espaço para um poderoso antídoto contra doenças como o mal de Alzheimer, que afeta milhares de idosos ao redor do mundo.