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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Cada vez menos desempregados


Pesquisa mostra ainda que salários estão mais altos

O número de desempregados no Brasil hoje é um dos menores da história. Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Geografia Estatística (IBGE) em outubro/2010 mostraram que apenas 6,2% dos trabalhadores estavam sem emprego. A taxa é a menor considerando todos os meses desde março de 2002, quando o órgão começou a medir o desemprego. Em abril de 2004, a situação estava bem pior. Os índices de desemprego estava em 13,1%, número mais alto da história.

O rendimento real médio dos trabalhadores brasileiros ficou em R$ 1.499 Esses dados significam quanto o trabalhador consegue ganhar por mês, juntando salários, bicos e outras fontes de grana. O valor também é maior desde março de 2002.

Rio de Janeiro fica em segundo

O recorde anterior foi registrado em agosto, quando o salário médio foi de R$ 1.480,20. Considerando só o RIo de Janeiro, o salário médio é de R$ 1.580,60. Esse é o segundo melhor índice entre as capitais, ficando atrás apenas de São Paulo, onde o salário médio é de R$ 1.599,70.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Restrição a cheque deve ser avisada


Comerciantes devem informar
 meios de pagamento aceitos nas lojas.
Sem aviso, o consumidor pode escolher o que lhe convier

Os comerciantes podem se recusar a receber cheques ou mesmo cartões como forma de pagamento, mas isso só deve ocorrer se a restrição estiver bem clara ao consumidor da loja, por meio de aviso escrito na entrada ou se o cliente for informado verbalmente de imediato. Esse direito à informação clara e precisa está previsto no Código de Defesa do Consumidor. Se o comerciante não age dessa forma, o consumidor não está obrigado a honrar o pagamento da forma exigida.

"Ele deve informar a restrição a certos meios de pagamento previamente e de forma adequada, para que não pairem dúvidas", afirma Carlos Alberto Nahas, assistente de direção do Procon/SP.

O mesmo vale para cartões de débito e de crédito. Segundo Nahas, a questão é em relação ao direito à informação. "O comerciante deve informar nas portas principais do estabelecimento. Nos cardápios, além dos preços e o aviso sobre não obrigatoriedade de pagamento de gorjeta, deve estar também o meio de pagamento aceito", avisa.

De qualquer forma, avisando ou não o cliente antes, o estabelecimento também não pode restringir o pagamento com cartão de crédito a determinados produtos, como alguns fazem em relação à bebida alcoólica.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Dica para ter uma Renda Extra


O Plano de Assistência Funeral SMA
 vive um momento de grande expansão entre clientes de todas as classes sociais

Chefes de Família, Donas de Casa, Empresários... atualmente, encontram-se muito mais empenhados, em garantir os serviços da Santa Madalena Assistência Familiar.

Marlene de Souza, 34 anos, trabalhava em regime de expediente diário em uma central de telemarketing, há dois anos tornou-se uma Agente Credenciada do Plano Funerário SMA, começou oferecendo o Plano para as colegas do trabalho. A empreitada deu certo: ela conseguiu vender 17 num único dia.

"Na mesma semana larguei meu emprego e resolvi trabalhar por conta própria" conta Marlene. "Todos nós um dia iremos necessitar de Serviços Funerários, para um parente, um funcionário, um amigo. Tive senso disso ao utilizar o meu, para o sepultamento de minha irmã caçula. Todos vieram me saudar, por ter conseguido, tomar todas as providências necessárias de forma ágil e com muito requinte. Quando na realidade a única coisa que fiz, foi ligar para a Funerária Santa Madalena e informar o óbito. Eu não tinha nem forças para falar direito ao telefone, tamanha era a dor que se alojou em meu coração, devido a esta perda."

A dona de casa Augusta Carvalho, 36 anos, também se agarrou na oportunidade de revenda do Plano Funeral SMA e só tem a comemorar. "Quando se trabalha com uma empresa idônea, consegue-se uma boa aceitação, é fácil obter lucros. É um bom negócio trabalhar com a Funerária Santa Madalena.", diz.

Formado em Administração, Fábio Cunha, 31 anos, não pensou duas vezes para largar o emprego em uma lan house e se dedicar a vendas do Plano da Santa Madalena. Em oito meses, sua rende mensal passou de R$ 600 para 2 mil. "Encontrei a oportunidade certa de ter uma boa renda e ser meu próprio patrão", comenta.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

IBGE está atrás dos "sumidos"


Quem não fica em casa deve telefonar para 0800 e, assim, facilitar a conclusão do Censo

A menos de 10 dias para o fim das entrevistas do Censo do IBGE, cerca de 10% da população do País ainda não foram recenseados. O maior entrave é encontrar moradores em residências ocupadas por uma única pessoa ou um casal. Para atingir o maior número de brasileiros, o instituto está pedindo a quem ainda não respondeu os questionários que ligue para 0800-7218181 para facilitar o trabalho de supervisão e conclusão.

Em todo o País, o IBGE já recenseou 91% da população estimada, contabilizando 174.771.468 habitantes. No estado do Rio de Janeiro, 89% da população está na base de dados, totalizando 14.230.141 fluminenses.

Segundo o chefe da Unidade do Rio do IBGE, Romualdo Rezende, o que tem dificultado o trabalho principalmente na capital é o pequeno número de pessoas por domicílio. Muitos só têm um morador. Mesmo com o retorno do recenseador, é difícil encontrar alguém em casa. Sua previsão, entretanto, é de concluir a coleta até o dia 27.

MORADORES REVISITADOS

Os supervisores receberão dados de quem ligar para o atendimento do instituto e agilizar as entrevistas. "A pessoa precisa pelo menos deixar o endereço, que ele será revisitado. Não é necessário, mas, pode informar o número de celular. Ele não será utilizado para outros fins", afirma Rezende, que também aponta o furto e o roubo de PDAs como um dos motivos para atrasos no Censo.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

SMA Informa: Venda Casada é Ilegal

Consumação mínima em bar
pode gerar multa de até R$ 7 milhões
Estabelecimentos não devem cobrar taxa de clientes, afirma Idec

Os consumidores que flagrarem bares, restaurantes ou casas noturnas cobrando taxas de consumação mínima devem denunciar a irregularidade. Segundo o Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (Procon/RJ), a multa para os estabelecimentos que infringirem a lei varia de R$ 300 a R$ 7 milhões, dependendo do faturamento da empresa.

 De acordo com a advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Maíra Feltrin Alves, a cobrança da taxa representa venda casada e é ilegal:

- O que configura a ilegalidade é o fato de impor ao cliente um consumo que ele não necessariamente vai ter.

A advogada informou ainda que a taxa de serviço, normalmente afixada em 10% pelos comerciantes, somente deve ser paga ao garçom se o cliente entender que o profissional merece o valor extra. Para evitar que o consumidor seja induzido a pagá-la, como se fosse uma cobrança obrigatória, as casas devem informar no cardápio ou na própria conta, sobre o fato de o pagamento ser facultativo, além de incluir na fatura o percentual e o valor do adicional.

A multa por perda da comanda, segundo o Idec, também é abusiva. As casas que a cobram, alega a advogada, devem ser penalizadas.

Em caso de dúvidas ou reclamações, basta ligar para o Procon/RJ nos números (21) 2333-0011 ou 2332-6670.