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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Controle a mania de fazer compras


Você pode se distrair sem deixar sua conta no vermelho

Quando você tem um péssimo dia de trabalho ou briga com algúem de quem gosta, acorda supermal. Você acha que a única solução neste caso é torrar todas as suas economia em compras e acaba gastando mais do que tem...

Você volta oara casa feliz, cheio(a) de sacolas de roupas, brincos, pulseiras e um monte de quinquilharias que você não vai usar. Mas, logo depois, você acorda diante de um outro problema: você está cheio(a) de dívidas. O que fazer para levantar o astral sem deixar a conta no vermelho?

Procure os amigos. Uma boa conversa pode deixar você aliviado(a) por mais tempo do que as compras. Se você não estiver afim de falar sobre seus problemas, convide-os para ir a um lugar bem animado. Coloque a roupa que você mais gosta e saia se sentindo o(a) mais bonito(a) do pedaço. Fale bastante abobrinha, conte piada, dance até o sol raiar.

Você pode acordar um pouco cansado(a) no dia seguinte, mas terá a sensação de que liberou a energia ruim que estava dentro de você. Durante o dia, ocupe seu tempo, nem que seja lavando roupa. O importante é não ocupar a mente com pensamentos negativos. Para isso não precisa gastar muito.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Dicas de segurança para com a maior idade


Medidas de prevenção, da alimentação correta à correção de problemas visuais, podem evitar quedas e traumatismos na terceira idade, bem mais difíceis de tratar

Dados do Projeto Diretrizes, da Sociedade Brasileira de Gerontologia, apontam que a estimativa para incidência de quedas entre pessoas idosas é de 28% a 35% na faixa acima dos 65 anos, aumentando significativamente após os 75, com 32% a 42% das ocorrências. Idosos estão mais propensos a acidentes que podem causar fraturas e, muitas vezes, internações hospitalares e longos períodos de imobilização e reabilitação. Infecções pulmonares, tromboses e outros males podem ser a consequência dos traumas.

Cuidados básicos no dia a dia podem fazer diferença, e a prevenção, aliás, é um benefício para toda a saúde, a começar pela alimentação. O consumo de alimentos que contêm cálcio e vitamina D ou enriquecidos com essas substâncias ajuda a prevenir a osteosporose, doença responsável pelo enfraquecimento dos ossos.

A atividade física também é esencial. Fortalece a musculatura e ajuda muito na postura, agilidade e mobilidade, permitindo melhor equilíbrio. O simples ato de caminhar, respeitando sempre os próprios limites, é uma atividade excelente.

Exercícios como musculação e hidroginástica são recomendados, desde que após avaliação médica e orientados por um profissional especializado. O consumo de fumo e álcool deve ser evitado, especialmente no caso dos mais velhos.

O controle de doenças e deficiências, como diminuição da visão e audição e limitações motoras, também reduz a vulnarabilidade. Óculos, aparelhos auditivos e apoios ajudam, principalmente, em ambientes externos e pouco conhecidos. Mas familiares e cuidadores são os grandes amigos do idoso.

"Deve-se estar atento ao uso correto das medicações. Muitas quedas seguidas de fraturas estão associadas a efeitos colaterais, como tonteiras, perda dos sentidos, turvação visual etc. Acidentes têm de ser prevenidos com medidas em casa e na rua", explica Rosita Fontes, médica do Lâmina Medicina Diagnóstica/DASA.

Segundo destaca Rosita, um tropeço ou tombo, em geral, causam dor, incômodo e marcas roxas. Mas o que é simples para uns pode se tornar um grande acidente na terceira idade,

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Dor crônica é doença. E precisa ser tratada.


Equivocadamente aceita como
 consequência natural de um trauma,
 de uma doença ou do envelhecimento,
 a dor, quando persistente,
 pode se tornar a própria doença.

De forma geral, a dor é um sinal de alarme do organismo. Quando há algo errado, ele reage disparando um estímulo para o sistema nervoso central, dando o aviso. Mas um alarme só e bom se pode ser desligado. No caso da dor, isso se faz corrigindo a origem do problema. Dores - mesmo as agudas, causadas por lesão, cirurgia ou traumatismo - tem começo, meio e fim. Se isso não acontece, a dor vira crônica, torna-se a própria doença. Dores diárias ou intermitentes, que duram de três a seis meses ou mais, são consideradas crônicas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, 30% das pessoas sofrem de dor crônica. O mal pode estar associado a processos dolorosos crônicos, como hérnia de disco, artrite, artrose e câncer, dentre outros. Mas também pode ser gerado ou intensificado como uma espécie de curto-circuito no sistema de alarme do corpo, que cria uma memória da dor, fazendo com que ela ocorra independentemente daquilo que a ocasionou.

A dor crônica afeta a qualidade de vida das pessoas, atrapalha ou impede atividades rotineiras e pode desencadear problemas como depressão, ansiedade e estresse. Também pode prejudicar os sistemas imunológico, cardíaco e respiratório e produzir alterações na pressão arterial e na capacidade motora. Além disso, quem tem dor crônica tende a não se alimentar bem, dorme mal e prejudica suas relações sociais. São condições que propiciam novas doenças.

O que fazer? O primeiro passo é rejeitar a idéia de que sentir dor é normal porque faz parte de um processo crônico, de cura ou de envelhecimento. Todo o tipo de dor - aguda ou crônica - requer atenção médica. Quando não pode ser curada, a dor pode ser tratada. Quando não pode ser eliminada, pode ser minimizada.

Mesmo no meio médico, a questão da dor é às vezes relevada - seja porque ela é considerada inerente à doença ou ao procedimento realizado, ou não há causa evidente para sua manifestação, ou até porque a dor é subjetiva, varia de paciente para paciente. Ainda que não se identifique uma causa, a atitude correta é: se a pessoa diz que tem dor, a dor existe. Alguns hospitais, além de contar com uma equipe especializada para tratar do problema, reconhecem a sua importância incluindo a dor como o quinto sinal vital, monitorado ao lado de pressão arterial, pulso, respiração e temperatura. Com base em uma escala, o próprio paciente atribui um grau à intendidade da sua dor para que a equipe possa programar os melhores cuidados para cada caso.

É ampla a gama de recursos para o tratamento. Dentre os medicamentos, estão os analgésicos, anti-inflamatórios, antidepressivos e opiodes (que, embora provoquem temor em leigos, não geram dependência quando adequadamente ministrados). Somam-se a eles técnicas de fisioterapia, laser, acupuntura, massagens e outras. Nos dias de hoje, só uma coisa pode fazer uma pessoa continuar sofrendo com a dor: a crença de que ela é simplesmente sintoma de algum outro problema e, portanto, normal. Sentir dor não é normal. E de maneira crônica, é doença - que precisa ser tratada como qualquer outra.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cuidado com a limpeza da casa


Pia da Cozinha e Escova de Dentes
 Acumulam Sujeira

Já pensou na quantidade de bactérias escondidas na banheira, no teclado do computador, na pia da cozinha ou na escova de dentes? Pois fique sabendo que estes costumam ser os locais e objetos mais sujos da casa e que acumulam uma grande quantidade de bactérias que podem causar dor de cabeça, vômito e diarreia.

O perigo das escovas de dentes é que elas costumam ficar no banheiro úmido, ambiente ótimo para a multiplicação de germes. Se ficarem em cima da pia, então, podem ser contaminadas pelas gotas de água que se espalham no ar com a descarga. Para manter a escova dentes limpa, deixe-a bem longe do vaso sanitário, de preferência num local arejado. Abaixe a tampa sempre que der a descarga e jogue a escova fora depois de ficar doente ou após dois meses de uso.

Na pia da cozinha, nunca deixe pratos acumulados por muito tempo e lembre-se de lavar a tampa do ralo.

Saleiro, controle remoto e teclado do computador também acumulam muita sujeira e merecem limpeza especial.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

SMA Informa: Venda Casada é Ilegal

Consumação mínima em bar
pode gerar multa de até R$ 7 milhões
Estabelecimentos não devem cobrar taxa de clientes, afirma Idec

Os consumidores que flagrarem bares, restaurantes ou casas noturnas cobrando taxas de consumação mínima devem denunciar a irregularidade. Segundo o Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (Procon/RJ), a multa para os estabelecimentos que infringirem a lei varia de R$ 300 a R$ 7 milhões, dependendo do faturamento da empresa.

 De acordo com a advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Maíra Feltrin Alves, a cobrança da taxa representa venda casada e é ilegal:

- O que configura a ilegalidade é o fato de impor ao cliente um consumo que ele não necessariamente vai ter.

A advogada informou ainda que a taxa de serviço, normalmente afixada em 10% pelos comerciantes, somente deve ser paga ao garçom se o cliente entender que o profissional merece o valor extra. Para evitar que o consumidor seja induzido a pagá-la, como se fosse uma cobrança obrigatória, as casas devem informar no cardápio ou na própria conta, sobre o fato de o pagamento ser facultativo, além de incluir na fatura o percentual e o valor do adicional.

A multa por perda da comanda, segundo o Idec, também é abusiva. As casas que a cobram, alega a advogada, devem ser penalizadas.

Em caso de dúvidas ou reclamações, basta ligar para o Procon/RJ nos números (21) 2333-0011 ou 2332-6670.