terça-feira, 9 de novembro de 2010

Dica para ter uma Renda Extra


O Plano de Assistência Funeral SMA
 vive um momento de grande expansão entre clientes de todas as classes sociais

Chefes de Família, Donas de Casa, Empresários... atualmente, encontram-se muito mais empenhados, em garantir os serviços da Santa Madalena Assistência Familiar.

Marlene de Souza, 34 anos, trabalhava em regime de expediente diário em uma central de telemarketing, há dois anos tornou-se uma Agente Credenciada do Plano Funerário SMA, começou oferecendo o Plano para as colegas do trabalho. A empreitada deu certo: ela conseguiu vender 17 num único dia.

"Na mesma semana larguei meu emprego e resolvi trabalhar por conta própria" conta Marlene. "Todos nós um dia iremos necessitar de Serviços Funerários, para um parente, um funcionário, um amigo. Tive senso disso ao utilizar o meu, para o sepultamento de minha irmã caçula. Todos vieram me saudar, por ter conseguido, tomar todas as providências necessárias de forma ágil e com muito requinte. Quando na realidade a única coisa que fiz, foi ligar para a Funerária Santa Madalena e informar o óbito. Eu não tinha nem forças para falar direito ao telefone, tamanha era a dor que se alojou em meu coração, devido a esta perda."

A dona de casa Augusta Carvalho, 36 anos, também se agarrou na oportunidade de revenda do Plano Funeral SMA e só tem a comemorar. "Quando se trabalha com uma empresa idônea, consegue-se uma boa aceitação, é fácil obter lucros. É um bom negócio trabalhar com a Funerária Santa Madalena.", diz.

Formado em Administração, Fábio Cunha, 31 anos, não pensou duas vezes para largar o emprego em uma lan house e se dedicar a vendas do Plano da Santa Madalena. Em oito meses, sua rende mensal passou de R$ 600 para 2 mil. "Encontrei a oportunidade certa de ter uma boa renda e ser meu próprio patrão", comenta.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Na automedicação, bom-senso é o melhor dos remédios.


Consumo de medicamentos
 por conta própria exige cuidados.
Em maior ou menor grau, todas as drogas podem oferecer riscos.

Não é exagero dizer que a maioria das pessoas fez ou fará uso de um remédio por conta própria. Trata-se de um comportamento observado em todo mundo e até justificável em algumas situações. Seria praticamente impossível recorrer ao médico ou bater à porta de uma instituição de saúde no caso de uma dor de cabeça eventual ou uma indisposição estomacal, por exemplo. A própria Organização Mundial de Saúde reconhece a automedicação como um complemento aos sistemas de saúde. O problema é que os limites do consumo racional são frequentemente ultrapassados e as consequências podem ser desastrosas.

Não há, no Brasil, dados oficiais sobre o número de pessoas que se automedicam. Mas há indicadores de alerta, como o levantamento do Sistema Nacional de Informações Tóxico Farmacológicas - SINITOX de 2007, que mostrou que a ingestão indevida de medicamentos foi a principal causa dos casos de intoxicação registrados, respondendo por cerca de 30% do total.

Intoxicações são apenas um exemplo do universo de riscos. Dentre eles, estão o mascaramento dos sintomas, com o consequente retardo na identificação da doença, as dosagens insuficientes ou excessivas, os efeitos adversos e colaterais desnecessários e o desconhecimento de possíveis interações com outros medicamentos.

Até medicamentos de venda livre (sem tarja), como analgésico, antiácidos, antitérmicos e antigripais, podem trazer riscos. Por exemplo: em crianças com algumas doenças virais, como gripe e catapora, o ácido acetilsalicílico pode precipitar a síndrome de Reye, um tipo de doença fulminante no fígado, fatal na maioria dos casos. Às vezes, a pessoa nem sabe que está ingerindo uma droga em excesso, pois combina vários medicamentos que têm o mesmo princípio ativo. O paracetamol, por exemplo, está presente em remédios para gripe, reumatismo, cólicas e enxaqueca.

No caso dos medicamentos de tarja preta, a automedicação é minimizada graças ao sistema de controle de venda, com exigência e retenção da receita médica. Mas o maior perigo está nos medicamentos de tarja vermelha. Apesar de a exigência legal de apresentação da prescrição médica no ato da compra, são facilmente adquiridos sem a necessidade de nenhuma receita ser mostrada. Nessa categoria estão os antibióticos, cujo uso indiscriminado pode trazer consequências para o paciente e para a sociedade, uma vez que o consumo sem critério favorece a resistência microbina, anulando a eficácia das drogas. Atualmente, a Anvisa estuda normas mais rígidas para a venda desses medicamentos.

Mas a prática de automedicação já diminuiria com o mero cumprimento das regras atuais para as drogas de tarja vermelha. Para as de venda livre, é praticamente impossível estabelecer regras. O consumidor deve, no mínimo, ler a bula e, em caso de dúvidas ou persistência dos sintomas, procurar o médico. E pessoas que já fazem uso regular de algum medicamento devem ter cuidado redobrado para evitar reações causadas pela interação do remédio prescrito com o tomado por conta próproia. Acima de tudo, deve imprerar o bom-senso - este sim o melhor dos remédios e sem contraindicações.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Boa alimentação mantém juventude


Alimentos ajudam a evitar o envelhecimento precoce

Todo mundo sabe que envelhecer é inevitável, mas existem várias maneiras de preservar a juventude, principalmente através da alimentação. Escolher os alimentos certos é garantia de mais qualidade e mais tempo de vida.

A primeira dica é beber muita água: o ideal é um consumo de 2 litros de líquidos por dia para uma mulher com 50kg e de até 2,8 litros para um homem com 70kg. Mas vale lembrar que suco e alimentos suculentos como melancia, melão e pera também ajudam muito na hidratação, que é fundamental para preservar a juventude, especialmente a da pele.

Comer muitas fibras e pouco açúcar também é fundamental, assim como incluir os peixes no cardápio: eles possuem Ômega 3, substância que é ótima para combater o envelhecimento.

As nozes e as castanhas ajudam a manter a pele jovem e livre de rugas, assim como frutas como damascos, laranja, acerola e uvas e vegetais como brócolis, espinafre e berinjela.

Uma dor sem fim


Todos os dias,
 547 brasileiros desaparecem sem deixar rastro.
Aos parentes, restam uma busca desesperada e o sentimento de impotência diante do inexplicável

Não havia nada de atípico no comportamento do analista de sistemas Mário Fernando Borges, um disciplinado professor universitário de Goiás, no dia em que ele bateu a porta de casa avisando à mãe que visitaria a namorada. Então com 37 anos, Mário nunca mais voltou. Também não foi visto por mais ninguém. Seu repentino sumiço ocorreu em dezembro de 2008. A partir daí, a família lançou-se numa busca tão desesperada quanto infrutífera. Acionou a polícia, contratou detetive particular, espalhou cartazes com a foto de Mário por toda parte - em vão. O desaparecimento segue como um completo mistério, sem nenhuma pista nem razões aparentes. Separado, o analista de sistemas tem um filho, Lucas, hoje com 10 anos, que sempre pergunta à avó: "Quando o papai vai voltar?". E chora. Irmã caçula de Mário, a administradora de empresas Patrícia Borges faz um resumo do drama vivido pela família: "Sabe uma dor que não passa? Ela é um misto de angústia, profunda tristeza e impotência diante do inexplicável".

Histórias como essa têm relevo estatísticos no Brasil, como mostra um abrangente trabalho coordenado pelo sociólogo Djaci de Oliveira, da Universidade Federal de Goiás. O levantamento, que tomou como base os registros em delegacias brasileiras, chegou a um dado espantoso: 200 000 pessoas desaparecem por ano em todo o país. Dá uma média de 547 casos por dia - grupo bastante heterogêneo em que emerge todo tipo de ocorrência. No rol das mais comuns estão aquelas de jovens que fogem de casa (muitas vezes às voltas com alto consumo de drogas e álcool), idosos que sofrem de súbita falta de memória e se põem a vagar sem norte, além das crianças que se perdem dos pais. Chamam atenção também os casos de pessoas que abandonam casa e família, não dão mais notícias e vivem mudando de endereço, até de país. Constatou-se ainda algo surpreendente: os desaparecimentos causados por atos de violência, como sequestros e assassinatos, são minoria. "Esse mosaíco quebra um mito sobre a natureza dos desaparecimentos no Brasil", avalia o professor Djaci de Oliveira.

Existe um traço em comum nas histórias que ilustram esta reportagem o verdadeiro trauma provocado nas famílias. Todas elas comparam sua agonia diante do desaparecimento de um parente à dor do luto, só que sem fim. O assunto vira obsessão e, não raro, destroça a estrutura familiar. Ainda que o tempo passe, às vezes até décadas, continua-se a alimentar a idéia de que o desaparecido baterá a porta, subitamente, da mesma maneira que se foi. Isso mesmo quando a suspeita é de que a pessoa não está mais viva.

Esse é o caso de Priscila Belfort, irmã do lutador Vitor Belfort, que foi vista pela última vez seis anos atrás, ao deixar o prédio onde trabalhava no Rio de Janeiro. Tinha 29 anos. "A policia acha que minha filha foi morta por bandidos, mas tenho a convicção do contrário: um dia ela vai me surpreender como sempre fez, e voltar", diz a mãe da moça, Maria Jovita, Ela faz coro com muitos outros na mesma situação, como lança luz a psicóloga Eliane Bernadelli, especializada em prestar assistência a famílias de desaparecidos. "A morte marca o fim de um ciclo, é uma dor que o tempo se encarrega de suavizar", explica. A incerteza sobre ela, por sua vez, leva a uma angústia permanete - e inesgotável."

As deficiências estatísticas nesse campo não permitem saber, exatamante, quantos dos desaparecimentos são de fato esclarecidos no Brasil - mas há indicativos que eles não são poucos. Uma recente pesquisa conduzida pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), ligado ao governo estadual do Rio de Janeiro, traz números que, afirmam os especialistas, refletem a realidade nacional. O levantamento, que se baseia em ocorrências registradas em delegacias fluminenses em 2007, mostra que, em 72% das vezes o desaparecido foi localizado em menos de um mês. Os restantes 28% compreendem histórias que levam anos para ter um desfecho, quando o têm  - em 6% dessas ocorrências, a pessoa desaparecida estava morta. De todos, os casos de mais difícil resolução são aqueles em que um adulto desaparece por vontade própria. Essas pessoas têm um perfil psicológico parecido, conforme já foi mapeado. "São muito frágeis emocionalmente, incapazes de lidar com crises profundas, senão por meio de um ruptura drástica", diz o psicanalista Joel Briman. As que regressam precisam restabelecer os laços com os familiares, gradativamente. É um processo delicado para todos - e vagaroso.

É nesse estágio que se encontra a designer Ingrid Boldoke, 57 anos, que passou uma década à procura do irmão, o técnico em engenharia mecânica Jorge Gustavo, 60. Em 1997, ele sumiu repentinamente da casa onde morava, na cidade de Pontal no Paraná, e nunca mais deu notícias. Exatos dez anos depois Ingrid recebeu um telefonema de Mato Grosso do Sul, no qual um homem dizia estar ao lado de seu irmão. Sofrendo de grave depressão, sem emprego e maltrapilho. Jorge vagava por quatro estados, muitas vezes a pé e sem rumo. Dormia na rua ou em quartos emprestados. Ele perdeu a noção de tempo e da própria dignidade, até um dia cair em si. "Da mesma maneira que me senti compelido a ir embora, quis voltar para a família", relata. Hoje tratando da saúde, Jorge vive com Ingrid e está em busca de emprego. Ela diz: "Meu irmão está tentando reconstruir a vida dele e eu, a minha".

Ao contrário de outros países, não existe no Brasil uma rotina de investigação para esses casos nem treinamento específico para os policiais - que muitas vezes se limitam a registrar a ocorrência. À exceção dos desaparecimentos de menores, em que a ação policial imediata é determinada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, nenhuma lei brasileira trata do assunto. Outro obstáculo diz respeito à falta de um bom cadastro nacional (o primeiro do gênero, sob a alçada do Ministério da Justiça, surgiu há menos de um ano e restringe-se a pouco mais de 500 casos). O Brasil contrasta aí com países como os Estados Unidos - exemplar nessa área. Registram-se lá 700 000 casos por ano. As informações são consolidadas num gigantesco banco de dados do FBI, em que consta até o DNA dos desaparecidos. Quando uma criança some, um sistema nacional está preparado para alertar todos os aeroportos, rodoviárias e postos de polícia americanos. Na ausência de algo parecido, resta às famílias brasileiras tomar a dianteira nas buscas, como fez o engenheiro paulista Antônio Carlos Ratto, 58 anos. Desde que seu filho Lucas desapareceu repentinamente, em 2008, ele não passa um dia sem fazer uma varredura em ONGs e sites especializados. Já espalhou cartazes com a foto do garoto, contratou detetive particular e prometeu 60 000 reais para quem o encontrar. Afirma o engenheiro: " Não vou sossegar enquanto não achar o meu menino".

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Publicar ofensa via redes sociais gera demissão


Recados agressivos em Orkut, Twitter, Facebook ou outro site, mesmo que indiretos, podem levar a advertência, a suspensão e até custar o emprego, com base na CLT

Trabalhadores precisam ficar atentos aos conteúdos que publicam em redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter. Segundo advogados, falar mal do empregador ou da empresa pode resultar em demissão por justa causa. Publicar ofensas mesmo que indiretas ou até em anonimato contra a companhia ou o empregador também representa risco de demissão, após inquerito administrativo.

"A justa causa é aplicada através do artigo 482, alínea "K" (da Consolidação das Leis do Trabalho), que prevê que todo ato lesivo da honra ou da boa fama ou ofensas contra o empregador e superiores hierárquicos constitui demissão", argumenta a advogada trabalhista Andreia Cereggato. A especialista explica que, se o patrão interpretar que há ofensa, pode abrir inquérito. O agressor deverá receber advertência, suspensão ou até ser demitido por falta grave.

Funcionários de empresa de comunicação há 10 meses, o estudante de Jornalismo Lucas Freitas, de 22 anos, se desentendeu com o chefe e colegas. Postou recados no Twitter com agressões indiretas.

"Sem citar nomes, eu falava sobre erros de português e estilos de roupas dos outros. Uma das coordenadoras leu e todos ficaram sabendo. O clima ficou pesado até que meu chefe conversou comigo. Não fui demitido, mas aprendi a lição", relatou. O empregador que sofrer difamação ou injúria deverá recorrer a um inquérito policial e registrar ocorrência na delegacia.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Sujeira na Malhação


Higiene é importante em qualquer lugar

Pesquisa do Centro Integrado de Diagnóstico da Universidade Gama Filho constatou que 44% dos aparelhos de academias de ginásticas do Rio têm algum tipo de micro-organismo que pode causar doenças. Em algumas academias a concentração de micróbios bateu até mesmo o nível considerado excessivamente alto, de 100 fungos ou bactérias por centímetro quadrado. A maioria foi encontrada nos selins das ergométricas.

Os propietários das academias devem ter mais consciência e tomar providências imediatas para melhorar a situação. Ninguém paga a academia para ser contaminado. Com esta infestação de micróbios, as micoses se tornam implacáveis. E esse micro-organismos podem causar ainda conjuntivite, terçol, otite e doenças intestinais.

Nem mesmo as academias mais modernas passaram no teste. Os frequentadores devem usar equipamentos próprios e descartáveis para evitar a contaminação.

Lembre-se: é obrigação do proprietário manter a higiene e você tem o direito de exigir isso. Os especialistas garatem que o álcool gel pode ser um grande aliado porque é bastante eficaz.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Doações ao INCA


Festa de Fim de Ano

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) já está recebendo - até 12 de novembro - doações de brinquedos novos para a festa de Natal das crianças em tratamento de câncer.

A Central de Doações do INCA voluntário fica na Rua Washington Luis, 35, Sala: 171, Centro de Rio.

O horário de funcionamento é de segunda a sexta, das 8h às 16h, sem agendamento.